RIOGRANDENSE
Ainda em busca da primeira vitória
Quarto amistoso será no domingo, às 16h, em Nova Palma, contra o Guarany-Ba
A partida deste domingo é a segunda que o Riograndense disputa contra o Guarany – na quarta-feira, o placar foi 2 a 2. Para esse teste, o técnico Luís Fernando deve começar quase com o mesmo time que jogou em Bagé. No esquema tático 4-4-2, a equipe deve ser escalada com Tom; Gudi, Davi, Kaiser e Gilnei (Gil); Bi, Maurício Pizzi, Éverton Cruz e Diogo; Zé Carlos e Fábio.
– A cada partida, melhoramos o tempo da bola, a parte tática e a marcação. O ataque também está mais rápido, e o meio se movimenta bastante – avalia o treinador, ainda explicando que esse será o último amistoso antes da estreia na Segundona.
– Esse ano o objetivo é subir à divisão especial – completa o vice-presidente, Dilson Siqueira.
Reforço – Na sexta, o grupo treinou nos Eucaliptos, e integrou-se ao elenco o ala-esquerdo Anderson Cruz, (Inter-SM e ex-Riograndense), 31 anos. Ele estava no São Luiz, de Ijuí.
‘Trabalho físico é 80% ou mais de uma equipe’
O técnico Suca já respira novos ares. A chegada do preparador físico Jean Oliveira (foto) deu ânimo ao comandante do Inter-SM. Oliveira aproveitou a quinta e a sexta-feira para avaliar o grupo de jogadores – um a um. E Suca afirmou que as notícias repassadas pelo preparador não são animadoras, mas que os problemas têm solução. Todos os atletas estão com a musculatura comprometida. Há um alto índice de fadiga, porém, esse cansaço será amenizado até a estreia no segundo turno do Gauchão Coca-Cola 2011, no dia 9 de março, contra o Veranópolis, fora de casa, garante Suca, amparado por Jean Oliveira.– Ele (Jean) é um ótimo profissional. É atualizado, tem estudos na área de fisiologia. E sempre digo: trabalho físico é 80% ou mais de uma equipe. Não adianta ajeitar a parte tática se o cara não tem aspecto físico – diz Suca.
Na terça-feira, chegará à Baixada um bom reforço: o zagueiro Diego, 22 anos, campeão paulista com o Santos. De acordo com o “pacote” estimado pela diretoria, ainda faltam um goleiro, um atacante e um lateral-direito para fechar os anúncios prometidos.
Destaques no tênis
Com 946 pontos, o Avenida Tênis Clube conquistou o segundo lugar no ranking de clubes filiados da Federação Gaúcha de Tênis em 2010. A entrega dos troféus foi no final de janeiro, em Porto Alegre. Além disso, ficaram em primeiro lugar nas suas categorias os tenistas: André Luz (2ª classe masculino), Carmene Dotto Goulart (1ª classe feminino) e Eduardo Ribeiro (4ª classe masculino).Handebol da Ulbra em Capão da Canoa
O handebol da Ulbra-SM vai disputar, neste fim de semana, a 7ª Copa Capão da Canoa de hand beach, com duas equipes masculinas: Ulbra-SM/Praxis Active Sports e Ulbra-SM. Campeã em 2010, a Ulbra-SM/Praxis defende o título. Além disso, a universidade já tem duas equipes classificadas para participar do Circuito Verão Sesc de Esporte, em Torres, em março, e tentará classificar uma terceira. A Ulbra-SM/Praxis Active Sports buscará o pentacampeonato consecutivo no circuito.Detalhes que fazem a diferença
Inter | 19/02/2011 | 09h11min
Tinga deve perder a posição no time titular
Mesmo que tenha condições de atuar diante do Jaguares na próxima quarta, tendência é que seja mantido o time que atuou contra o Emelec
Um dos principais ídolos da torcida está perdendo o lugar no time titular. Tinga, com dois títulos de Libertadores pelo Inter no currículo - 2006 e 2010 -, assim que se recuperar do problema no tendão de aquiles que o deixou fora da partida contra o Emelec na última quarta-feira (empate em 1 a 1 no Equador na estreia da competição sul-americana), deve ser reserva.
Em Guayaquil, o Inter jogou com o 4-2-3-1. Wilson Matias e Bolatti ficavam mais atrás. Guiñazu fazia a linha de armadores junto com D'Alessandro e Zé Roberto.
A atuação, apesar do empate no último lance da partida, gerou elogios por parte da direção do clube e de Celso Roth. O técnico colorado deu a entender que os atletas que iniciaram o jogo no Equador serão os mesmos que enfrentarão o Jaguares, do México, na próxima quarta-feira no Beira-Rio:
– Coloquei um time para atuar em Guayaquil e ele foi bem. A probabilidade é de que tenhamos seqüência.
Roth fez questão de elogiar Tinga. Afirmou que espera que o volante se recupere o mais rápido possível para ter mais uma peça de reposição no grupo. Porém, não garantiu que ele recupere a condição de titular tão logo esteja à disposição:
– O Tinga tem todas as qualidades. Quando estiver sem nenhum problema, passa a ser mais um. Mas a definição só sairá na semana que vem.
Tinga está em sua segunda passagem pelo Beira-Rio. Na primeira vez, ficou de 2005 até o final da Libertadores 2006. No ano passado, voltou ao clube na metade do ano e conquistou novamente o torneio. Já atuou em 109 oportunidades com a camisa vermelha e marcou 17 gols.
Tinga está em sua segunda passagem pelo Inter
Grêmio | 19/02/2011 | 09h10min
Jovem zagueiro recusa propostas do Exterior para ficar no Grêmio
Gerson, dos juniores, tem várias passagens pelas seleções de base
Jogar em um clube europeu é um sonho comum entre garotos brasileiros. Assim que aparece uma oportunidade, saem rapidamente, seduzidos, mesmo antes de mostrar no próprio país o que sabem fazer. Na contramão dessa tendência, alguns preferem adquirir experiência e tornarem-se conhecidos por aqui antes de investirem na carreira no Exterior. É o caso de Gerson, zagueiro dos juniores do Grêmio e com passagem pela seleção nacional.
Aos 18 anos — completados em outubro de 2010 —, ele acredita que fez o certo. Recebeu propostas, ouviu recomendações de seu antigo empresário, mas preferiu ficar no Grêmio, clube que defende há 11 anos.
— Tinha coisas boas para fora, mas queria ficar. Sempre tive essa vontade, treino desde sempre para jogar no Olímpico, para poder estar no profissional. Minha mãe sempre falava que eu ia ter dinheiro de qualquer jeito. Ela dizia que eu era bom, levava a sério, fazia tudo certo — disse o zagueiro.
A família de Gerson também foi um fator importante para a decisão do jogador de permanecer no Brasil por mais tempo.
— Eu falava com meus pais, avaliamos se a gente ia mais pelo lado financeiro, ou se eu realmente ficava onde eu queria, no Grêmio. Fui tendo que esperar, deixando rolar para ver o interesse do Grêmio, as oportunidades, para não tomar decisão precipitada. Faltando um ano para encerrar (o contrato) o Grêmio veio mais forte, resolveu investir e deu tudo certo — lembrou.
Seleção ajudou a amadurecer
As várias passagens pela seleção brasileira de base ajudaram o jogador a ganhar amadurecimento. Gerson veste a amarelinha desde 2006 e coleciona taças nas divisões formadas pela CBF, como do Campeonato Sul-Americano Sub-15 e do Sub-17. Nas duas categorias, foi capitão da equipe.
Recuperação no Grêmio
No ano passado, Gerson sofreu uma lesão no ombro, e ficou afastado dos treinos e dos jogos durante quase dois meses. Em novembro, passou por uma cirurgia, e se recupera desde janeiro fazendo atividades físicas. Trabalhos com bola também são permitidos, desde que não gerem choque ou queda. Ele projeta um retorno aos gramados em breve, no final de fevereiro.
Enquanto isso, aproveita para conversar com seus companheiros da base que subiram recentemente para o grupo profissional, como o meia Pessalli e o volante Mateus Magro. O próximo objetivo de Gerson é alcançar o que os amigos já conquistaram.
— A gente conversa sempre, a gente é amigo, sempre se fala. Eles falam que o ritmo e a rotina mudam muito. E que aumenta a pressão também.
Altura é problema?
Gerson é zagueiro e também atua como volante. E mede 1m80cm. Acostumado a ouvir comentários sobre a altura, ele garante que nunca teve problemas com isso.
Um dos jogadores da posição que ele admira é Carles Puyol, do Barcelona, que mede 1m78cm, segundo o site oficial do clube. Mauro Galvão, que marcou seu nome tanto no Grêmio como no Inter, também está na lista dos zagueiros que Gerson admira.
— Eu gosto de ver vídeos das atuações do Mauro Galvão — contou.
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