sábado, 17 de setembro de 2011

Fronteiras protegidas

Objetivo é coibir crimes

Coibir crimes fronteiriços: evitar que drogas, armas, animais e qualquer tipo de ilícito seja repassado pelas fronteiras do Brasil com Uruguai, Argentina e Paraguai. Desencadeada na sexta-feira, a Operação Ágata 2, chefiada pelo Comando Militar do Sul, do Exército, visa ocupar todo o território de fronteira com países da América do Sul desde o Rio Grande do Sul até Mato Grosso do Sul. A Ágata 1 ocorreu em agosto, na Região Norte do país.

Da 3ª Divisão de Exército (3ª DE), em Santa Maria, estão mobilizados 2,2 mil militares distribuídos em postos avançados em 303 cidades. Nesse território em que estão operando, há mais de 3,5 milhões de habitantes.

? Hoje (sexta-feira), se iniciou a fase ostensiva da operação. Antes, estávamos com os setores de inteligência em busca de informações. A fronteira está fechada. Além de combater crimes, iremos fazer ações sociais, como atendimento médico, odontológico e higiene pessoal a comunidades carentes ? salienta o comandante da 3ª DE, general Sergio Etchegoyen.

Na coletiva de imprensa, na sexta-feira, também estava o chefe do escritório regional do Ibama em Santa Maria, Tarso Isaia, que explicou o trabalho do órgão na operação:

? A entrada e a saída de pedras preciosas e de madeira será evitado em barreiras. Faremos um pente-fino.

De uma sala no Campo de Instrução de Santa Maria (Cism), o coronel Vitor Centeno comanda as movimentações e operações dos militares da 3ª DE. Ele explica que toda região de fronteira é delicada e, por isso, cada passo é calculado.

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