Parlamento deve entender jovem como sujeito de direito, diz presidente do CNJ
Gabriel Medina presidente do CNJ (Foto: Divulgação PT)
Jovem como sujeito de direito é um idéia e uma concepção pouco presentes entre os parlamentares brasileiros
Em entrevista ao Portal do PT, o presidente Conselho Nacional da Juventude (CNJ), Gabriel Medina, abordou a necessidade de o Congresso Nacional discutir e aprovar leis do interesse dos jovens. Ele afirmou que o jovem como sujeito de direito é um idéia e uma concepção pouco presentes entre os parlamentares brasileiros.
“O Congresso tem uma responsabilidade muito grande no sentido de entender um pouco o que nós estamos falando de juventude, porque me parece que essa idéia de jovem como sujeito de direito é uma idéia e uma concepção muito pouco presente nos parlamentares, e ainda falta muito para que eles entendam que ser jovem no Brasil é uma tarefa. A Câmara Federal tem condições de propor uma série de iniciativas que contribuam para o fortalecimento dos marcos legais de juventude para a garantia do que nós estamos chamando de direito da juventude, que seria o estatuto”, afirmou Medina.
Segundo o presidente do CNJ, é importante que se aprove o Plano Nacional da Juventude “que definiria as ações, os programas prioritários e as metas a serem atingidas ao longo de dez anos, que é um plano decenal, mas também os deputados podem contribuir para fortalecer outras pautas que atendam de forma mais universal os jovens”.
Medina finalizou dizendo que o grande desafio da 2ª. Conferência é colocar a pauta da juventude no centro do projeto de desenvolvimento nacional e fazer com que o Brasil entenda que incluir a sua juventude nos projetos de desenvolvimento é fundamental para se ter um plano justo de desenvolvimento sustentável, que respeite as diferenças e que seja um projeto transformador.
(Portal do PT)

De acordo com presidente do Conselho Nacional da Juventude Gabriel Medina, a 2a.Conferência Nacional da Juventude que está agendada para o período de 9 a 12 de dezembro, em Brasília será de extrema importância para reafirmar as conquistas aprovadas no 4º Congresso do PT, realizado no início deste mês. Segundo Medina, o jovem como sujeito de direito é um idéia e uma concepção pouco presentes nos Parlamentos.“O Congresso tem uma responsabilidade muito grande no sentido de entender um pouco o que nós estamos falando de Juventude porque me parece que essa idéia de jovem como sujeito de direito é uma idéia, e uma concepção muito pouco presente nos parlamentares da casa, e ainda falta muito para que os parlamentares entendam que ser jovem no Brasil é uma tarefa”, disse. De acordo com ele, a Câmara Federal tem condições de aprovar uma série de ações que visam fortalecer as questões para a juventude, além de contribuir para o fortalecimento dos marcos legais, como a iniciativa da aprovação de um estatuto nacional para a juventude brasileira. “A Câmara Federal tem condições de propor uma série de iniciativas que contribuam para o fortalecimento dos marcos legais de juventude para a garantia do que nós estamos chamando de direito da juventude, que seria o estatuto”, informou. Segundo o presidente do CNJ, é fundamental aprovar o Plano Nacional da Juventude que definirá as ações, os programas prioritários e as metas a serem atingidas ao longo dos dez anos, de uma forma universal para todos os jovens. “É fundamental aprovar o Plano Nacional da Juventude que definiria as ações, os programas prioritários e as metas a serem atingidas ao longo de dez anos, que é um plano decenal, mas também os deputados podem, como eu já disse, contribuir para fortalecer outras pautas que atendam de forma mais universalmente os jovens”, declarou o presidente do Conselho Nacional da Juventude. Medina encerrou sua entrevista informando que o grande desafio da 2ª. Conferência é colocar a pauta da juventude no centro do projeto de desenvolvimento nacional e fazer com que o Brasil entenda que incluir a sua juventude nos projetos de desenvolvimento é fundamental para se ter um plano justo de desenvolvimento sustentável, que respeite as diferenças e que seja um projeto transformador.
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