sábado, 17 de setembro de 2011

Parlamento deve entender jovem como sujeito de direito, diz presidente do CNJ
Gabriel Medina presidente do CNJ (Foto: Divulgação PT)

Jovem como sujeito de direito é um idéia e uma concepção pouco presentes entre os parlamentares brasileiros


Em entrevista ao Portal do PT, o presidente Conselho Nacional da Juventude (CNJ), Gabriel Medina, abordou a necessidade de o Congresso Nacional discutir e aprovar leis do interesse dos jovens. Ele afirmou que o jovem como sujeito de direito é um idéia e uma concepção pouco presentes entre os parlamentares brasileiros.
“O Congresso tem uma responsabilidade muito grande no sentido de entender um pouco o que nós estamos falando de juventude, porque me parece que essa idéia de jovem como sujeito de direito é uma idéia e uma concepção muito pouco presente nos parlamentares, e ainda falta muito para que eles entendam que ser jovem no Brasil é uma tarefa. A Câmara Federal tem condições de propor uma série de iniciativas que contribuam para o fortalecimento dos marcos legais de juventude para a garantia do que nós estamos chamando de direito da juventude, que seria o estatuto”, afirmou Medina.
Segundo o presidente do CNJ, é importante que se aprove o Plano Nacional da Juventude “que definiria as ações, os programas prioritários e as metas a serem atingidas ao longo de dez anos, que é um plano decenal, mas também os deputados podem contribuir para fortalecer outras pautas que atendam de forma mais universal os jovens”.
Medina finalizou dizendo que o grande desafio da 2ª. Conferência é colocar a pauta da juventude no centro do projeto de desenvolvimento nacional e fazer com que o Brasil entenda que incluir a sua juventude nos projetos de desenvolvimento é fundamental para se ter um plano justo de desenvolvimento sustentável, que respeite as diferenças e que seja um projeto transformador.
(Portal do PT)

Jovem deve ser entendido como sujeito de direito, diz Gabriel Medina

by ptbrasil

De acordo com presidente do Conselho Nacional da Juventude Gabriel Medina, a 2a.Conferência Nacional da Juventude que está agendada para o período de 9 a 12 de dezembro, em Brasília será de extrema importância para reafirmar as conquistas aprovadas no 4º Congresso do PT, realizado no início deste mês. Segundo Medina, o jovem como sujeito de direito é um idéia e uma concepção pouco presentes nos Parlamentos.“O Congresso tem uma responsabilidade muito grande no sentido de entender um pouco o que nós estamos falando de Juventude porque me parece que essa idéia de jovem como sujeito de direito é uma idéia, e uma concepção muito pouco presente nos parlamentares da casa, e ainda falta muito para que os parlamentares entendam que ser jovem no Brasil é uma tarefa”, disse. De acordo com ele, a Câmara Federal tem condições de aprovar uma série de ações que visam fortalecer as questões para a juventude, além de contribuir para o fortalecimento dos marcos legais, como a iniciativa da aprovação de um estatuto nacional para a juventude brasileira. “A Câmara Federal tem condições de propor uma série de iniciativas que contribuam para o fortalecimento dos marcos legais de juventude para a garantia do que nós estamos chamando de direito da juventude, que seria o estatuto”, informou. Segundo o presidente do CNJ, é fundamental aprovar o Plano Nacional da Juventude que definirá as ações, os programas prioritários e as metas a serem atingidas ao longo dos dez anos, de uma forma universal para todos os jovens. “É fundamental aprovar o Plano Nacional da Juventude que definiria as ações, os programas prioritários e as metas a serem atingidas ao longo de dez anos, que é um plano decenal, mas também os deputados podem, como eu já disse, contribuir para fortalecer outras pautas que atendam de forma mais universalmente os jovens”, declarou o presidente do Conselho Nacional da Juventude. Medina encerrou sua entrevista informando que o grande desafio da 2ª. Conferência é colocar a pauta da juventude no centro do projeto de desenvolvimento nacional e fazer com que o Brasil entenda que incluir a sua juventude nos projetos de desenvolvimento é fundamental para se ter um plano justo de desenvolvimento sustentável, que respeite as diferenças e que seja um projeto transformador.

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