Amigos e familiares se despedem de Airton Pavilhão no Olímpico
Corpo do lendário zagueiro gremista é velado no salão nobre do Conselho Deliberativo
Velório de Airton Pavilhão começou no final da noite desta terça-feira
Foi no Olímpico que Airton Ferreira da Silva, o Airton Pavilhão, fez fama e tornou-se um dos mais jogadores da história do Grêmio. E é no estádio tricolor que amigos, familiares e torcedores se despedem do zagueiro que encantava pela categoria. Desde a noite desta terça-feira, o corpo do ex-jogador é velado no salão nobre do Conselho Deliberativo. O enterro será nesta quarta, às 18h, no Cemitério João XXIII
Internado desde a última sexta-feira com quadro clínico grave na CTI do Hospital Ernesto Dornelles, em Porto Alegre, Pavilhão, 77 anos, morreu devido a uma infecção generalizada. Airton Ferreira da Silva surgiu para o futebol defendendo as cores do Força e Luz, de Porto Alegre.
Na metade do ano de 1954, foi cedido ao Grêmio por 50 mil cruzeiros mais o antigo pavilhão social do Estádio da Baixada. Atuou até 1960 no Grêmio e depois jogou por uma temporada no Santos. Após, retornou ao Olímpico, onde jogou até 1967.
Multicampeão pelo Grêmio, teve passagens pela Seleção Brasileira.
— Acompanhei toda a trajetória dele no Olímpico, nos anos de glória sob o comando de Oswaldo Rolla. Sempre saía com a bola limpa, sem nunca dar paulada. Era um show à parte — recordou presidente gremista, Paulo Odone.
O clube decretou luto oficial de três dias pela morte do ex-zagueiro. Durante esse período, a bandeira do clube ficará hasteada a meio mastro.
Relembre entrevista com Airton Ferreira da Silva, o Pavilhão, no Estúdio B com Sílvio Benfica:
Internado desde a última sexta-feira com quadro clínico grave na CTI do Hospital Ernesto Dornelles, em Porto Alegre, Pavilhão, 77 anos, morreu devido a uma infecção generalizada. Airton Ferreira da Silva surgiu para o futebol defendendo as cores do Força e Luz, de Porto Alegre.
Na metade do ano de 1954, foi cedido ao Grêmio por 50 mil cruzeiros mais o antigo pavilhão social do Estádio da Baixada. Atuou até 1960 no Grêmio e depois jogou por uma temporada no Santos. Após, retornou ao Olímpico, onde jogou até 1967.
Multicampeão pelo Grêmio, teve passagens pela Seleção Brasileira.
— Acompanhei toda a trajetória dele no Olímpico, nos anos de glória sob o comando de Oswaldo Rolla. Sempre saía com a bola limpa, sem nunca dar paulada. Era um show à parte — recordou presidente gremista, Paulo Odone.
O clube decretou luto oficial de três dias pela morte do ex-zagueiro. Durante esse período, a bandeira do clube ficará hasteada a meio mastro.
Relembre entrevista com Airton Ferreira da Silva, o Pavilhão, no Estúdio B com Sílvio Benfica:
Nenhum comentário:
Postar um comentário