Em Portugal, Tarso assina termo de cooperação para desenvolver programas de estímulo ao turismo
Acordo envolve a divulgação de locais turísticos do Rio Grande do Sul em hotéis de Portugal
Tarso e secretários de Estado se reúnem com a Direção
Executiva da Associação de Hotelaria de Portugal
Foto: Caco Argemi / Palácio Piratini/Divulgação
Daniel Scola, Enviado
Especial/Lisboa
Para ampliar o turismo no Rio Grande do
Sul, a comitiva do governo gaúcho que chegou a Portugal nesta segunda-feira deu
início a uma parceria que pode estimular o interesse dos europeus pelo Estado.
Um termo de cooperação foi acertado com o objetivo de desenvolver programas de estímulo ao turismo. Um dos itens do acordo envolve a divulgação de locais turísticos do Rio Grande do Sul em hotéis de Portugal.
Os empresários portugueses afastaram, por enquanto, a possibilidade de construção de hotéis no Rio Grande do Sul. O motivo é a incerteza sobre o futuro da economia.
Os portugueses se interessaram pela explicação do governador, acompanhado dos secretários do Desenvolvimento, Mauro Knijnik, do Turismo, Abgail Pereira e do Trabalho, Luis Augusto Lara.
— Como estão os preços dos terrenos em Porto Alegre? — perguntou Jorge de Almeida, do Grupo Vila Galé, que investe no Nordeste e no Rio de Janeiro.
— Posso te garantir que não estão o absurdo que vemos no Rio e em São Paulo. E nós somos competitivos em linhas de financiamento — respondeu Knijnik.
— Nós estamos abertos à discussão. Mas agora é um momento muito complicado para falar em investimentos. Tenho certeza que o Rio Grande do Sul pode nos oferecer um grande potencial turístico. Injeção de recursos poderá se concretizar só no futuro — avisou Alexandre Solleiro, vice-presidente da AHP.
Um termo de cooperação foi acertado com o objetivo de desenvolver programas de estímulo ao turismo. Um dos itens do acordo envolve a divulgação de locais turísticos do Rio Grande do Sul em hotéis de Portugal.
Os empresários portugueses afastaram, por enquanto, a possibilidade de construção de hotéis no Rio Grande do Sul. O motivo é a incerteza sobre o futuro da economia.
Os portugueses se interessaram pela explicação do governador, acompanhado dos secretários do Desenvolvimento, Mauro Knijnik, do Turismo, Abgail Pereira e do Trabalho, Luis Augusto Lara.
— Como estão os preços dos terrenos em Porto Alegre? — perguntou Jorge de Almeida, do Grupo Vila Galé, que investe no Nordeste e no Rio de Janeiro.
— Posso te garantir que não estão o absurdo que vemos no Rio e em São Paulo. E nós somos competitivos em linhas de financiamento — respondeu Knijnik.
— Nós estamos abertos à discussão. Mas agora é um momento muito complicado para falar em investimentos. Tenho certeza que o Rio Grande do Sul pode nos oferecer um grande potencial turístico. Injeção de recursos poderá se concretizar só no futuro — avisou Alexandre Solleiro, vice-presidente da AHP.
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