Ministro do TST adia decisão sobre Caso Oscar e pede mais esclarecimentos
Renato de Lacerda Paiva considerou documentos insuficientes para dar veredicto ao pedido de efeito suspensivo
Impedido de jogar pelo Inter desde março, Oscar treina no Beira-Rio Foto: Guilherme Becker / AgênciaRBS
Segue o processo entre Oscar, o São Paulo e a Justiça, além do Inter, parte interessadíssima no caso. Nesta segunda, o ministro relator do Tribunal Superior do Trabalho (TST/Brasília), Renato de Lacerda Paiva, considerou insuficientes os documentos para dar um veredicto para o pedido de efeito suspensivo requerido pelo jogador e seus advogados.
O efeito suspensivo seria uma das formas de fazer com que Oscar possa voltar a jogar pelo Inter. Caso deferido, suspenderia a eficácia da última decisão, julgada em segunda instância pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT/SP), em março, favorável ao São Paulo. Na ocasião, a Justiça determinou a reativação do contrato entre o meia e o clube paulista.
Para o Inter, o episódio desta segunda não deve ser considerado uma derrota, mas sim um adiamento em relação ao julgamento do efeito suspensivo.
— O ministro relator necessita de mais alguns documentos e esclarecimentos para conceder ou não esta liminar, o que deixa a situação inalterada — argumentou Rogério Pastl, advogado do Inter, em entrevista aos jornalistas Nando Gross e José Alberto Andrade, no programa Hoje nos Esportes, da Rádio Gaúcha, no final da tarde desta segunda-feira.
O efeito suspensivo seria uma das formas de fazer com que Oscar possa voltar a jogar pelo Inter. Caso deferido, suspenderia a eficácia da última decisão, julgada em segunda instância pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT/SP), em março, favorável ao São Paulo. Na ocasião, a Justiça determinou a reativação do contrato entre o meia e o clube paulista.
Para o Inter, o episódio desta segunda não deve ser considerado uma derrota, mas sim um adiamento em relação ao julgamento do efeito suspensivo.
— O ministro relator necessita de mais alguns documentos e esclarecimentos para conceder ou não esta liminar, o que deixa a situação inalterada — argumentou Rogério Pastl, advogado do Inter, em entrevista aos jornalistas Nando Gross e José Alberto Andrade, no programa Hoje nos Esportes, da Rádio Gaúcha, no final da tarde desta segunda-feira.
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