domingo, 6 de maio de 2012

Carolina Dieckmann foi chantageada, diz advogado


Fotos da atriz nua que vazaram na internet esteve entre os assuntos mais comentados por internautas no Brasil


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Carolina Dieckmann foi chantageada, diz advogado  Fábio Guimarães/agência o globo
Atriz recebia e-mails exigindo que ela pagasse R$ 10 mil para que as fotos não fossem divulgadas

O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro afirma que Carolina Dieckmann foi vítima de chantagem. Fotos dela nua vazaram na internet na sexta-feira e a atriz virou trending topic no Twitter — esteve entre os assuntos mais comentados por internautas no Brasil.
Um dos criminalistas mais famosos do Brasil — advogado do senador Demóstenes Torres -, Castro foi contratado ontem para atuar no caso e afirmou ao Jornal Nacional, da TV Globo, que pedirá a abertura de inquérito para apurar o vazamento das fotos. Há dois meses o computador da atriz, onde as fotos estavam armazenadas, foi para a manutenção.
O advogado disse que a atriz vinha sendo alvo de chantagem havia cerca de um mês. Por e-mail, uma pessoa escrevia para Carolina Dieckmann exigindo que ela pagasse uma quantia de R$ 10 mil para que as fotos não fossem divulgadas. No mesmo período, o escritório do empresário de Carolina também recebeu a ligação de uma pessoa que pedia dinheiro pelas fotos. Em várias delas, a atriz aparece nua.
O filho mais novo, José, também aparece em algumas fotografias, assim como o marido da atriz, Tiago Worcman, e a casa onde eles moram. Em nenhum momento a atriz negou que as fotos fossem dela. Também no mês passado, ela afirmou no Twitter que estava sendo "constantemente hackeada" — desconfiava que alguém estivesse acessando seu computador de outro local.
O advogado disse ao Jornal Nacional que vai entrar com uma ação na Justiça para que as fotos sejam tiradas dos sites - o conteúdo ainda estava no ar até a noite de ontem. A atriz também deve prestar queixa à polícia pelo crime de extorsão.
— No campo cível, vamos entrar na Justiça para inibir a continuidade do crime e para buscar indenização. No campo criminal, para buscar a apuração do crime e a responsabilização do culpado — disse Kakay.
O caso será da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática do Rio.


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