Mesmo com paralisação, Justiça determina funcionamento pleno do Trensurb nos horários de pico
Tribunal Regional do Trabalho acatou medida solicitada pelo Ministério Público do Trabalho
A Justiça determinou, nesta
sexta-feira, o pleno funcionamento do Trensurb em horários de pico na paralisação da próxima
segunda-feira. O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) acatou ação ajuizada pelo
Ministério Público do Trabalho (MPT). Portanto, o Sindicato dos Metroviários
(Sindimetrô/RS) será obrigado a manter 100% do efetivo para atendimento ao
público, entre 5h30min e 8h30min e das 17h30min às 20h30min.
Na segunda-feira, a entidade convocou uma paralisação total de 24 horas em protesto por melhores salários. A multa foi estabelecida em R$ 70 mil por horário de pico desrespeitado. O presidente do Sindimetrô/RS, Luis Henrique Chagas, afirmou que a categoria ainda não foi formalmente notificada da determinação e, por isso, os planos estão mantidos.
— A empresa não está negociando. Se fizerem alguma proposta, é possível rever a posição — explica.
O sindicato esteve reunido no final da manhã desta sexta-feira com a Trensurb na sede do MPT na tentativa de firmar uma conciliação e evitar a paralisação, mas não houve acordo.
O presidente da Trensurb, Humberto Casper, explica que no final de abril foi firmado um acordo entre a estatal e o Sindimetrô pela prorrogação de um mês no calendário de negociação. Conforme ele, a previsão era de que na próxima semana a estatal apresentasse uma nova proposta ao sindicato.
— Tivemos apenas a segunda reunião na terça-feira (dia 15), onde o sindicato explicou as cláusulas reivindicadas e na próxima semana daríamos uma resposta. Surpreendentemente, eles quebraram a lógica estabelecida e anunciaram a paralisação — afirma.
Com o anúncio da mobilização, a Metroplan e a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) já projetam reforço na frota de ônibus para atendimento ao público na Região Metropolitana e capital gaúcha.
No caso da EPTC, o efetivo terá 250 agentes em pontos estratégicos da cidade. Os ônibus que atendem a Zona Norte — estações Anchieta, Aeroporto, Farrapos e São Pedro do trem — receberão viagens extras.
Uma linha especial será ativada para transportar usuários das estações Aeroporto e Farrapos em direção ao Centro.
Na segunda-feira, a entidade convocou uma paralisação total de 24 horas em protesto por melhores salários. A multa foi estabelecida em R$ 70 mil por horário de pico desrespeitado. O presidente do Sindimetrô/RS, Luis Henrique Chagas, afirmou que a categoria ainda não foi formalmente notificada da determinação e, por isso, os planos estão mantidos.
— A empresa não está negociando. Se fizerem alguma proposta, é possível rever a posição — explica.
O sindicato esteve reunido no final da manhã desta sexta-feira com a Trensurb na sede do MPT na tentativa de firmar uma conciliação e evitar a paralisação, mas não houve acordo.
O presidente da Trensurb, Humberto Casper, explica que no final de abril foi firmado um acordo entre a estatal e o Sindimetrô pela prorrogação de um mês no calendário de negociação. Conforme ele, a previsão era de que na próxima semana a estatal apresentasse uma nova proposta ao sindicato.
— Tivemos apenas a segunda reunião na terça-feira (dia 15), onde o sindicato explicou as cláusulas reivindicadas e na próxima semana daríamos uma resposta. Surpreendentemente, eles quebraram a lógica estabelecida e anunciaram a paralisação — afirma.
Com o anúncio da mobilização, a Metroplan e a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) já projetam reforço na frota de ônibus para atendimento ao público na Região Metropolitana e capital gaúcha.
No caso da EPTC, o efetivo terá 250 agentes em pontos estratégicos da cidade. Os ônibus que atendem a Zona Norte — estações Anchieta, Aeroporto, Farrapos e São Pedro do trem — receberão viagens extras.
Uma linha especial será ativada para transportar usuários das estações Aeroporto e Farrapos em direção ao Centro.
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