Remédios são encontrados em lixão em São Leopoldo, no Vale do Sinos
Medicamentos fitoterápicos tinham prazo de validade até setembro de 2012
Medicamentos foram achados perto do Sinos em São
Leopoldo
Após receber a queixa de uma associação
ambiental alertando sobre o descarte de medicamentos em um depósito de lixo em
São Leopoldo, no Vale do Sinos, a Polícia Civil encontrou e registrou em vídeo
uma grande quantidade de remédios deixada próxima ao leito do Rio dos Sinos.
Com prazo de validade até setembro de 2012, os medicamentos fitoterápicos estavam misturados ao lixo depositado a céu aberto.
Na segunda-feira à tarde, quando a polícia esteve na área da prefeitura destinada ao descarte de pequenos volumes de lixo extradomiciliar, denominado Entreposto Campo do Alfa, encontrou caixas espalhadas pelo chão.
Segundo o presidente da Associação Patrulheiros Ecológicos de São Francisco de Assis (Apesfa), Francisco Miler, que recebeu a informação de moradores e repassou à polícia, pela manhã um caminhão teria recolhido parte do material:
— Recebi a queixa e fui lá hoje (na segunda) de manhã. A população estava pegando, e foi uma caminhão de lixo para recolher. Todos vão vencer em setembro, este é o crime maior. Mesmo que estivessem com a data vencida, já era um crime, mas colocar remédio bom fora é pior.
Os remédios seriam fitoterápicos e, segundo o psiquiatra Nelio Tombini, são pouco usados por médicos.
— São remédios alternativos, feitos com componentes extraídos de plantas, eles prometem baixar a ansiedade e melhorar o sono, mas não dopam as pessoas, não têm perigo — garante.
Um inquérito foi aberto para investigar o caso, considerado grave pelo delegado Alencar Carraro, da 3ª Delegacia de Polícia da Regional Metropolitana.
Os responsáveis pelo descarte dos remédios podem, segundo ele, responder por crimes de poluição, crime ambiental e até por improbidade administrativa, se for confirmado o envolvimento de um órgão público.
— Solicitei a perícia no local, para verificar se houve dano ambiental, alguma contaminação no rio. Provavelmente, estes medicamentos foram adquiridos por algum órgão público — afirma o delegado.
Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal da Saúde de São Leopoldo, não há registros de compra dos medicamentos encontrados e nem da compra de remédios provenientes do laboratório indicado nas embalagens.
Com prazo de validade até setembro de 2012, os medicamentos fitoterápicos estavam misturados ao lixo depositado a céu aberto.
Na segunda-feira à tarde, quando a polícia esteve na área da prefeitura destinada ao descarte de pequenos volumes de lixo extradomiciliar, denominado Entreposto Campo do Alfa, encontrou caixas espalhadas pelo chão.
Segundo o presidente da Associação Patrulheiros Ecológicos de São Francisco de Assis (Apesfa), Francisco Miler, que recebeu a informação de moradores e repassou à polícia, pela manhã um caminhão teria recolhido parte do material:
— Recebi a queixa e fui lá hoje (na segunda) de manhã. A população estava pegando, e foi uma caminhão de lixo para recolher. Todos vão vencer em setembro, este é o crime maior. Mesmo que estivessem com a data vencida, já era um crime, mas colocar remédio bom fora é pior.
Os remédios seriam fitoterápicos e, segundo o psiquiatra Nelio Tombini, são pouco usados por médicos.
— São remédios alternativos, feitos com componentes extraídos de plantas, eles prometem baixar a ansiedade e melhorar o sono, mas não dopam as pessoas, não têm perigo — garante.
Um inquérito foi aberto para investigar o caso, considerado grave pelo delegado Alencar Carraro, da 3ª Delegacia de Polícia da Regional Metropolitana.
Os responsáveis pelo descarte dos remédios podem, segundo ele, responder por crimes de poluição, crime ambiental e até por improbidade administrativa, se for confirmado o envolvimento de um órgão público.
— Solicitei a perícia no local, para verificar se houve dano ambiental, alguma contaminação no rio. Provavelmente, estes medicamentos foram adquiridos por algum órgão público — afirma o delegado.
Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal da Saúde de São Leopoldo, não há registros de compra dos medicamentos encontrados e nem da compra de remédios provenientes do laboratório indicado nas embalagens.
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