Vigia admite participação em ataque a prédio na Avenida Carlos Gomes
Porteiro não sabia que imagens de câmeras de segurança eram armazenadas em mais de um computador
Prédio fica na Avenida Carlos Gomes, no bairro Bela
Vista
Confrontado com imagens do circuito
interno de segurança, um vigia do prédio comercial na Avenida Carlos Gomes, atacado por assaltantes na madrugada desta quarta-feira,
admitiu participação no crime. Identificado pela Polícia Civil como Jeferson
Santos da Silva, 35 anos, o porteiro inicialmente havia afirmado à polícia ter
sido rendido por quatro criminosos armados que reviraram seis salas do
condomínio e fugiram levando equipamentos eletrônicos do condomínio do bairro
Bela Vista.
O ataque ocorreu por volta das 3h. Os assaltantes tiveram a entrada facilitada por Silva. Após revirarem as salas durante cerca de uma hora e meia, fugiram deixando o porteiro para trás. Os ladrões tomaram o cuidado de levar junto uma CPU que continha os arquivos com as imagens dos ataques. O bando não contava, entretanto, que um outro computador também guardava os arquivos, sem o conhecimento do vigia.
_ Ele disse que recebeu uma proposta para facilitar furto e aceitou, os caras chegaram de madrugada e ele abriu a porta. Ele admitiu em depoimento, forneceu o nome de um dos parceiros e disse o local onde as mercadorias estavam _ revela o titular da 8ª Delegacia da Polícia Civil, delegado Gerson Mello.
Silva foi autuado em flagrante. A polícia pedirá à Justiça a prisão preventiva dos quatro integrantes do bando _ dois deles já foram identificados. No local informado pelo vigia, uma casa no bairro Morada do Vale, em Gravataí, na Região Metropolitana, a polícia também encontrou três caixas com miguelitos, o que levantou a suspeita de que um dos criminosos esteja envolvido com ataques a bancos. Entre os pertences recuperados estão monitores e uma TV LCD de 50 polegadas.
A polícia aguarda que os proprietários das salas atacadas compareçam à delegacia para que identifiquem os objetos furtados. Conforme o delegado Mello, as salas atacadas pertenciam a um escritório de advocacia e a uma produtora de TV
O ataque ocorreu por volta das 3h. Os assaltantes tiveram a entrada facilitada por Silva. Após revirarem as salas durante cerca de uma hora e meia, fugiram deixando o porteiro para trás. Os ladrões tomaram o cuidado de levar junto uma CPU que continha os arquivos com as imagens dos ataques. O bando não contava, entretanto, que um outro computador também guardava os arquivos, sem o conhecimento do vigia.
_ Ele disse que recebeu uma proposta para facilitar furto e aceitou, os caras chegaram de madrugada e ele abriu a porta. Ele admitiu em depoimento, forneceu o nome de um dos parceiros e disse o local onde as mercadorias estavam _ revela o titular da 8ª Delegacia da Polícia Civil, delegado Gerson Mello.
Silva foi autuado em flagrante. A polícia pedirá à Justiça a prisão preventiva dos quatro integrantes do bando _ dois deles já foram identificados. No local informado pelo vigia, uma casa no bairro Morada do Vale, em Gravataí, na Região Metropolitana, a polícia também encontrou três caixas com miguelitos, o que levantou a suspeita de que um dos criminosos esteja envolvido com ataques a bancos. Entre os pertences recuperados estão monitores e uma TV LCD de 50 polegadas.
A polícia aguarda que os proprietários das salas atacadas compareçam à delegacia para que identifiquem os objetos furtados. Conforme o delegado Mello, as salas atacadas pertenciam a um escritório de advocacia e a uma produtora de TV
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