Preço do carro usado cai até 15%
Um efeito cascata surgiu após o governo federal reduzir o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros novos
Para poder competir com os zero-quilômetro, as concessionárias baixaram o preço dos usados em até 15%.
Os estoques de seminovos cresceram pelo menos 15% nas últimas semanas. A razão é simples: com a queda do IPI em torno de 10%, muitos consumidores que vinham planejando comprar um automóvel usado acabaram optando pelo novo. Os pátios das revendas também foram lotando conforme os carros colocados no negócio foram chegando.
– Quando caiu o IPI dos novos, o mercado teve de adaptar e readequar os preços dos usados – resume Fernando Esbroglio, presidente do Sincodiv, o sindicato das distribuidoras.
Ocorre que as quedas não seguiram exatamente a proporção dos cortes dos novos: foram maiores. Como o mercado de usados é afetado também pelo preço do comércio paralelo (revendas sem ligação com montadoras), mais suscetível à oferta e demanda, os cortes chegaram a superar aqueles promovidos pelas fábricas. Assim, as revendas evitaram que os preços dos usados ficassem muito próximos aos do zero.
– A procura pelos seminovos caiu bastante logo após o corte do IPI, então os pátios lotaram. Agora, os clientes já estão percebendo a queda no preço e voltaram a se interessar – afirma Lauro Mongaut, gerente comercial da Iesa Multimarcas.
Uma vantagem para quem compra é encontrar automóveis usados completos (com ar-condicionado, trava elétrica e direção hidráulica) e mais potentes com preços muitas vezes similares aos de carros zero sem opcionais. A funcionária pública Maria Miracy decidiu comprar um Cross Fox 2008/2009 por R$ 39 mil.
– Além do desconto de R$ 4 mil no preço em função do IPI, também vou economizar no IPVA – comemora.
Muitos consumidores pensam dessa forma. Conforme Aroldo Juliano Pietta, gerente da Panambra, quando sentem que a parcela ficará mais pesada se levarem um modelo completo, os clientes optam por um veículo usado que ofereça mas conforto.
O arquiteto Marcos Gabriel Alves pretende comprar um zero e colocar no negócio seu celta 2010:
– O era cotado a R$ 21 mil antes da queda do IPI, hoje, dificilmente é avaliado por mais de R$ 17 mil.
Os estoques de seminovos cresceram pelo menos 15% nas últimas semanas. A razão é simples: com a queda do IPI em torno de 10%, muitos consumidores que vinham planejando comprar um automóvel usado acabaram optando pelo novo. Os pátios das revendas também foram lotando conforme os carros colocados no negócio foram chegando.
– Quando caiu o IPI dos novos, o mercado teve de adaptar e readequar os preços dos usados – resume Fernando Esbroglio, presidente do Sincodiv, o sindicato das distribuidoras.
Ocorre que as quedas não seguiram exatamente a proporção dos cortes dos novos: foram maiores. Como o mercado de usados é afetado também pelo preço do comércio paralelo (revendas sem ligação com montadoras), mais suscetível à oferta e demanda, os cortes chegaram a superar aqueles promovidos pelas fábricas. Assim, as revendas evitaram que os preços dos usados ficassem muito próximos aos do zero.
– A procura pelos seminovos caiu bastante logo após o corte do IPI, então os pátios lotaram. Agora, os clientes já estão percebendo a queda no preço e voltaram a se interessar – afirma Lauro Mongaut, gerente comercial da Iesa Multimarcas.
Uma vantagem para quem compra é encontrar automóveis usados completos (com ar-condicionado, trava elétrica e direção hidráulica) e mais potentes com preços muitas vezes similares aos de carros zero sem opcionais. A funcionária pública Maria Miracy decidiu comprar um Cross Fox 2008/2009 por R$ 39 mil.
– Além do desconto de R$ 4 mil no preço em função do IPI, também vou economizar no IPVA – comemora.
Muitos consumidores pensam dessa forma. Conforme Aroldo Juliano Pietta, gerente da Panambra, quando sentem que a parcela ficará mais pesada se levarem um modelo completo, os clientes optam por um veículo usado que ofereça mas conforto.
O arquiteto Marcos Gabriel Alves pretende comprar um zero e colocar no negócio seu celta 2010:
– O era cotado a R$ 21 mil antes da queda do IPI, hoje, dificilmente é avaliado por mais de R$ 17 mil.
Nenhum comentário:
Postar um comentário