Para plenário quase vazio, Demóstenes volta a negar acusações de envolvimento com Cachoeira
Senador rebateu denúncias e afirmou que escutas da PF foram editadas
Demóstenes falou a um plenário praticamente vazio Foto: Waldemir Barreto / Agência Senado
O senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) fez, nesta segunda-feira, seu primeiro pronunciamento no plenário do Senado desde o dia 6 de março. À sua frente, num plenário quase vazio, quase ninguém ouvia o discurso. Pelo menos três senadores estavam presentes: Ana Amélia Lemos (PP-RS), Pedro Taques (PDT-MT) e Rodrigo Rollemberg (PSB-DF).
Demóstenes anunciou que vai discursar diariamente, até o próximo dia 11, data prevista para julgamento de seu processo de cassação.
Na tribuna, o parlamentar voltou a negar que tenha qualquer relação com as atividades do contraventor Carlinhos Cachoeira, preso em fevereiro, como resultado de operação da Polícia Federal.
O parlamentar disse que não tem sociedade com os investigados pela PF e pelo Ministério Público Federal e garantiu que nunca pôs seu mandato de senador a serviço dos interesses de Cachoeira. Ele alegou que apenas atendeu pedidos das “forças produtivas” de seu Estado.
O senador, que teve parecer por sua cassação aprovado pelo Conselho de Ética e Decoro Parlamentar na semana passada, também refutou acusações de que teria empregado servidores fantasmas e usado aeronave com frete pago por Carlinhos Cachoeira.
Demóstenes Torres argumentou ainda que a conclusão do relator do pedido de cassação no Conselho de Ética, senador Humberto Costa (PT-PE), teve como base gravações montadas e apenas uma mínima parte do material coletado pela Polícia Federal. Afirmou também que as respostas que deu ao Conselho não foram levadas em consideração.
Demóstenes anunciou que vai discursar diariamente, até o próximo dia 11, data prevista para julgamento de seu processo de cassação.
Na tribuna, o parlamentar voltou a negar que tenha qualquer relação com as atividades do contraventor Carlinhos Cachoeira, preso em fevereiro, como resultado de operação da Polícia Federal.
O parlamentar disse que não tem sociedade com os investigados pela PF e pelo Ministério Público Federal e garantiu que nunca pôs seu mandato de senador a serviço dos interesses de Cachoeira. Ele alegou que apenas atendeu pedidos das “forças produtivas” de seu Estado.
O senador, que teve parecer por sua cassação aprovado pelo Conselho de Ética e Decoro Parlamentar na semana passada, também refutou acusações de que teria empregado servidores fantasmas e usado aeronave com frete pago por Carlinhos Cachoeira.
Demóstenes Torres argumentou ainda que a conclusão do relator do pedido de cassação no Conselho de Ética, senador Humberto Costa (PT-PE), teve como base gravações montadas e apenas uma mínima parte do material coletado pela Polícia Federal. Afirmou também que as respostas que deu ao Conselho não foram levadas em consideração.
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