RIOGRANDENSE
Mais um empate
Amistoso terminou em 2 a 2
O jogo começou com o meia improvisado Maurício Pizzi levando um cartão amarelo, a um minuto, por causa de uma falta. Aos 26, Michel Lugo (ex-Inter-SM) driblou dois e chutou no canto: 1 a 0 para o Guarany-Ba.
O Riograndense conseguiu reagir ainda no primeiro tempo. Aos 37, Everton Cruz cobrou uma falta pela direita, e o zagueiro Kaiser desviou de cabeça: 1 a 1. Quatro minutos depois, já veio a virada. Zé Carlos avançou com velocidade pela direita e tocou para trás. Diogo bateu de primeira, fazendo 2 a 1. Quando o escore parecia definido, depois dos 40 minutos do segundo tempo, Lugo igualou com um gol de cabeça: 2 a 2.
Mudanças – Fora de campo, as novidades no Riograndense ontem foram o anúncio do presidente Júlio Cesar Ausani de que o volante Toto pediu para deixar o clube, alegando questões pessoais. E o clube confirmou a volta do lateral Anderson Cruz. Ele já era esperado após o final da Série A, mas foi dispensado esta semana do São Luiz, de Ijuí. Com isso, irá se apresentar ao Riograndense amanhã.
INTER-SM
De volta à labuta
Zagueiro e preparador chegaram
– Quando a coisa não vai bem, temos de fazer algumas mudanças. Vamos procurar refletir todos os dias, o que cada um errou e o que cada um acertou no primeiro turno. Cada atleta precisa dar um pouco mais de si – cobrou Brandt.
Em seguida, o cartola apresentou como reforço o zagueiro Rafael Ramos de Lima, 24 anos, que estava no futebol árabe e já atuou pelo Figueirense. Brandt fez uma pausa na explanação e olhou para Jean Oliveira, o mais novo preparador físico do clube. Oliveira trabalhou com o técnico Suca no Tubarão (SC) e já era pretendido pelo treinador desde que ele chegou à Baixada.
– Ele é um profissional com duas pós-graduações. É formado em fisiologia. Ele dará o suporte para vocês, e dirá o que cada um tem e por que está sentido aquela dor – revelou o técnico Suca.
O inusitado é que até um torcedor foi convidado a falar aos atletas. Integrante da torcida Fanáticos da Baixada Gilnei Bittencourt, fez cobranças aos jogadores, pedindo que eles vistam a camiseta e se esforcem mais pelo Inter-SM. Bittencourt disse que os atletas ficam na equipe só até a metade do ano, mas que a torcida merece respeito.
– O Inter-SM é eterno, vocês são passageiros – afirmou Bittencourt.
Retornos – Ontem, o meia Vidinha foi reintegrado ao grupo principal. Amanhã, devem ser liberados do departamento médico o zagueiro André Bahia e o meia Vagson.
Inter | 17/02/2011 | 07h12min
Bolatti garante que tinha condições de terminar a partida contra o Emelec
Argentino valorizou o ponto conquistado fora de casa na Libertadores
Na estreia com a camisa do Inter, o argentino Mario Bolatti já mostrou que tem estrela. O jogador marcou um gol no segundo tempo que poderia ter sido o da vitória. Mas nos descontos da partida, a defesa colorada cometeu erro de desatenção e acabou cedendo o empate para o Emelec.
— Conseguimos um ponto importante. Uma lástima da forma que foi — comenta o argentino, que completou 26 anos nesta quinta.
Enquanto esteve em campo, o Inter esteve na frente. Após marcar o gol, Bolatti foi substituído por Rodrigo. E o time se concentrou todo no campo defensivo, lutando apenas para tentar evitar o gol adversário. Após a partida, o argentino garantiu que tinha condições de atuar até o final.
— Foi uma decisão do técnico. Disse que estava bem para terminar a partida. Lógico que sentia um pouco cansado, o que era normal, pela falta de ritmo. Respeito essa decisão — comenta.
— Não é comum. Não se acostumem com isso. Tento ser o mais completo possível. Tive sorte de acertar o cabeceio e ajudar o time — finaliza.
EMELEC 1
Klimowicz; Achilier, Fleitas (Carlos Quiñonez) e Bagui; Mena, Édison Méndez, Pedro Quiñonez (Wila), Quiroze (Torres) e Fernando Giménez; Strahman e Menéndez.
Técnico: Omar Asad.
INTER 1
Lauro; Nei, Índio, Sorondo e Kleber; Wilson Matias, Bolatti (Rodrigo), Guiñazu e D'Alessandro; Zé Roberto (Cavenaghi) e Leandro Damião.
Técnico: Celso Roth.
Copa Libertadores, primeira rodada, 16/02/2011
Local: Estádio George Capwell, em Guayaquil (Equador).
Arbitragem: Néstor Pitana, auxiliado por Gustavo Esquivel e Ariel Bustos (trio argentino)
Amarelos: Edison Méndez, Fleitas, Pedro Quiñonez; Zé Roberto, D'Alessandro e Bolatti.
Gols: Bolatti; Fernando Giménez
Bolatti completou 26 anos nesta quinta
Roth: "Ficou esse gosto de derrota"
Inter sofreu gol aos 49 minutos e empatou com o Emelec
Com um gol sofrido no último lance da partida, o Inter empatou em 1 a 1 diante do Emelec, fora de casa, na estreia da equipe na Libertadores. Após a partida, o técnico Celso Roth admitiu que o resultado ficou com um gosto de derrota.
– Ficou esse gosto de derrota. Perdemos vários gols. No final, não teve mais jogo, o Emelec só alçava bolas para a área – avalia Roth.
Por outro lado, o treinador elogiou a determinação da equipe. Para Roth, o Inter foi superior fisicamente e técnicamente.
– Para um time que se reapresentou há menos de 30 dias, acho que foi um nível alto. A determinação e entrega me deixou satisfeito. Libertadores se ganha com determinação – comenta.
Roth também foi questionado por ter sacado Bolatti no final do segundo tempo, para entrada de Rodrigo. Com a saída do argentino, o Inter perdeu o meio-campo e acabou sofrendo o gol.
– O Bolatti foi bem, mas é uma função que exige muito. Por isso, resolvemos tirá-lo. A estreia dele é muito promissora, deu outra desenvoltura a nossa equipe – opina.
Grêmio | 17/02/2011 | 07h10min
De León: "Ninguém pode motivar mais os jogadores na Libertadores do que o Renato"
Para o capitão da América em 1983, time do Grêmio precisa entender o "espírito" da competição
Capitão da conquista da Libertadores em 1983, Hugo de León confia em Renato, seu antigo parceiro de time, para infundir nos jogadores do Grêmio o "espírito" da competição antes da estreia desta quinta na fase de grupos, contra o Oriente Petrolero, às 19h45. O barbudo responsável por empurrar o Peñarol para fora da área tricolor no dia 28 de julho daquele ano e levantar a taça acima da testa de sangue vertente acredita que o treinador reúne os atributos necessários para conduzir o time do Grêmio ao Tri da América.
— Ninguém pode motivar mais os jogadores na Libertadores do que o Renato, que sabe o que isso significa para o Grêmio — garantiu De León, por telefone, de Punta del Este, onde mora atualmente. — Espero que os jogadores compreendam esse espírito, a grandeza da Libertadores, a maior competição. Tudo é diferente. Tem que estar preparado, porque tudo é mais difícil. Tem que entrar superligado, em um estágio em que você não está normalmente.
Foto: Adolfo Alves
— As pessoas lamentavelmente têm a ideia de que o Renato não concentrava bem, queria sair. Mas ele sempre esteve 100% com o Grêmio. Tem grande amor pelo Grêmio e pelo futebol — revelou o ex-jogador.
Foto: Divulgação, Grêmio
— Foi muito bom estar naquela festa em Montevidéu. Fazia tempo que não assistia a um jogo do Grêmio — admitiu.
Ídolo festejado em Montevidéu
Os gremistas que invadiram a capital uruguaia também aprovaram a presença de Hugo de León. No Mercado del Puerto, centenas de torcedores entoaram canções de louvor ao Grêmio e ao eterno capitão.
— Tenho grande relação com o Grêmio e me deixa feliz o reconhecimento da torcida. Fiquei muito contente. Tenho dois times do coração, o Grêmio e o Nacional — declarou-se.
Nesta quinta, a partir das 19h45, Hugo de León vai acompanhar a partida de sua casa em Punta del Este, cercado de amigos. E de uma certeza: estará bem representado no Olímpico, entre o gramado e a casamata.
Hugo de León levantou a taça em 1983
Rodolfo sobre a bola aérea: "A gente vai em busca da batida perfeita"
Zagueiro do Grêmio cita música de Marcelo D2 durante entrevista coletiva
A jogadas de bola área ainda são um problema para a zaga do Grêmio. Dos oito jogos disputados no Gauchão, o time tomou gol em seis, e muito deles em cruzamentos. Em entrevista nessa quarta-feira, Rodolfo afirmou que os jogadores estão treinando para solucionar o problema, e citou o trecho de uma música do cantor Marcelo D2:
— O treinamento é diário. Ninguém é perfeito, a gente vai em busca da batida perfeita, como diz o Marcelo D2 — afirmou.
Para enfrentar o Oriente Petrolero nesta quinta-feira, na estreia gremista na fase de grupos da Libertadores, Renato escalou apenas um volante para proteger a defesa do time. Rodolfo declarou que o time está consciente de que terá que se empenhar para segurar as investidas dos bolivianos:
— O Renato já deixou claro que pelas características dos jogadores de ataque, todo mundo vai ter que se empenhar para defender. A função de cada um já foi passada, cabe aos jogadores cumprir — disse.
Rodolfo também falou sobre a expectativa para jogar a maior competição sul-americana de futebol:
— Não só para mim, como para todos os jogadores do Grêmio é importante, a Libertadores é uma competição que todo mundo está vendo. É diferenciado, como Champions League. Para mim é a primeira Libertadores, vou entrar com sangue quente, de cabeça, e tem tudo para dar certo. O Grêmio está preparado, entrosado, e temos que respeitar o adversário, o jogo vai ser difícil.
— O treinamento é diário. Ninguém é perfeito, a gente vai em busca da batida perfeita, como diz o Marcelo D2 — afirmou.
Para enfrentar o Oriente Petrolero nesta quinta-feira, na estreia gremista na fase de grupos da Libertadores, Renato escalou apenas um volante para proteger a defesa do time. Rodolfo declarou que o time está consciente de que terá que se empenhar para segurar as investidas dos bolivianos:
— O Renato já deixou claro que pelas características dos jogadores de ataque, todo mundo vai ter que se empenhar para defender. A função de cada um já foi passada, cabe aos jogadores cumprir — disse.
Rodolfo também falou sobre a expectativa para jogar a maior competição sul-americana de futebol:
— Não só para mim, como para todos os jogadores do Grêmio é importante, a Libertadores é uma competição que todo mundo está vendo. É diferenciado, como Champions League. Para mim é a primeira Libertadores, vou entrar com sangue quente, de cabeça, e tem tudo para dar certo. O Grêmio está preparado, entrosado, e temos que respeitar o adversário, o jogo vai ser difícil.
Conheça os adversários do Grêmio:
Rodolfo nunca jogou a Libertadores da América
Inter | 17/02/2011 | 09h11min
Repórter Libertadores: Tinga pode ter que parar por um tempo
Médico do Inter diz que volante vinha jogando no sacrifício
A ele coube a responsabilidade de vetar o volante em razão de dores recorrentes no tendão de Aquiles direito. Tinga não gostou. Ao repórter Filipe Gamba, da Rádio Gaúcha, ainda no campo, antes da partida, o bicampeão da América disse:
— Foi escolha e não isso aí. Vou fazer exame em Porto Alegre. Já vinha tendo problema. Vou tentar voltar melhor e recuperar espaço — disse Tinga.
De acordo com Caputo, o jogador será reavaliado. Não está descartada a necessidade de Tinga ter que parar um tempo para tratar o problema.
— O Tinga vinha jogando no sacrifício — revelou Caputo. — Vamos examiná-lo melhor em Porto Alegre. Pode ser necessário um tempo de afastamento para resolver o problema e deixá-lo 100%. As dores não são recentes.
Suspeita-se de tendinite, mas somente os exames poderão atestar a gravidade da lesão. O certo é que o volante já é dúvida para o jogo contra o Jaguares (os mexicanos ganharam do Jorge Wilsterman em casa e lideram o Grupo 6) nesta quarta no Beira-Rio.
Até a sua participação nos próximos jogos da primeira fase está ameaçada.
Ao entrar no ônibus que levou a delegação ao aeroporto, às 5h da madrugada (horário local), Tinga mostrava a tranquilidade e educação costumeiras, mas vez por outra deixava transparecer o descontentamento por ter saído do time — e até por ter viajado, já que havia tantos riscos de não jogar.
EMELEC 1
Klimowicz; Achilier, Fleitas (Carlos Quiñonez) e Bagui; Mena, Édison Méndez, Pedro Quiñonez (Wila), Quiroze (Torres) e Fernando Giménez; Strahman e Menéndez.
Técnico: Omar Asad.
INTER 1
Lauro; Nei, Índio, Sorondo e Kleber; Wilson Matias, Bolatti (Rodrigo), Guiñazu e D'Alessandro; Zé Roberto (Cavenaghi) e Leandro Damião.
Técnico: Celso Roth.
Copa Libertadores, primeira rodada, 16/02/2011
Local: Estádio George Capwell, em Guayaquil (Equador).
Arbitragem: Néstor Pitana, auxiliado por Gustavo Esquivel e Ariel Bustos (trio argentino)
Amarelos: Edison Méndez, Fleitas, Pedro Quiñonez; Zé Roberto, D'Alessandro e Bolatti.
Gols: Bolatti; Fernando Giménez
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