O caminho até o especialista
As unidades básicas estão no meio do caminho entre o paciente e o atendimento especializado. Funciona assim: a pessoa vai à unidade básica e consulta com o médico, que verifica a necessidade de procurar um especialista. O posto contabiliza os pedidos e repassa para a Central de Regulação da Secretaria de Saúde do município. De acordo com a disponibilidade de médicos, a central distribui as vagas entre as unidades, com data, horário e local. Os postos avisam os pacientes por telefone.
Na Unidade Floriano Rocha, que atende moradores dos bairros Santa Marta e Nova Santa Marta, a maior dificuldade é acabar com a demanda reprimida por endocrinologista. Neste mês, a oferta à unidade foi de seis vagas para atender a 115 pessoas ? na quinta-feira, eram 74 pedidos de primeira consulta e 41 para retorno.
? Aqui dentro, resolvemos os problemas, mas, quando sai daqui, não temos o que fazer. Endócrino só com a ajuda de Deus ? lamenta o coordenador da unidade, Tavores Fagundes de Oliveira.
Segundo o coordenador, o problema afetaria todos os postos da rede básica, porque só há um profissional.
Para o Conselho Municipal de Saúde, conforme cálculo do Ministério da Saúde, um endocrinologista seria suficiente para a cidade.
? A demanda é reprimida porque a rede básica não cumpre o seu papel de resolver 85% dos casos e manda a maioria dos pacientes para o especialista ? declarou a coordenadora do conselho, Rosa Wolf.
Na avaliação geral do conselho, há má distribuição quando o assunto são a oferta e a necessidade de médicos especialistas na cidade:
? Temos o que não precisamos e nos falta o que temos maior necessidade. Se a saúde fosse uma empresa privada, estava falida e fechada há muito tempo ? analisa Rosa.
Na Unidade Floriano Rocha, que atende moradores dos bairros Santa Marta e Nova Santa Marta, a maior dificuldade é acabar com a demanda reprimida por endocrinologista. Neste mês, a oferta à unidade foi de seis vagas para atender a 115 pessoas ? na quinta-feira, eram 74 pedidos de primeira consulta e 41 para retorno.
? Aqui dentro, resolvemos os problemas, mas, quando sai daqui, não temos o que fazer. Endócrino só com a ajuda de Deus ? lamenta o coordenador da unidade, Tavores Fagundes de Oliveira.
Segundo o coordenador, o problema afetaria todos os postos da rede básica, porque só há um profissional.
Para o Conselho Municipal de Saúde, conforme cálculo do Ministério da Saúde, um endocrinologista seria suficiente para a cidade.
? A demanda é reprimida porque a rede básica não cumpre o seu papel de resolver 85% dos casos e manda a maioria dos pacientes para o especialista ? declarou a coordenadora do conselho, Rosa Wolf.
Na avaliação geral do conselho, há má distribuição quando o assunto são a oferta e a necessidade de médicos especialistas na cidade:
? Temos o que não precisamos e nos falta o que temos maior necessidade. Se a saúde fosse uma empresa privada, estava falida e fechada há muito tempo ? analisa Rosa.
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