1,3 mil na fila por consulta
Cerca de 1,3 mil pessoas estão aguardando por atendimento especializado em Santa Maria. A falta de profissionais é um dos motivos da longa espera, que pode levar de três a quatro meses, em alguns casos. Uma portaria do Ministério da Saúde, de 12 de junho de 2002, estabelece que deve haver 0,2 médico especialista a cada mil habitantes. Ou seja, com população de 261.031 mil, Santa Maria deveria ter cerca de 52 especialistas para atender bem à comunidade. Já o Conselho Municipal de Saúde de Santa Maria calcula que, para ficar em dia, o quadro, que hoje conta com 29 especialistas, em 13 áreas (veja página ao lado) precisaria de mais três profissionais para ficar bom.
O fato é que ainda faltam traumatologista, otorrinolaringologista, nefrologista, oncologista e hematologista na rede municipal de saúde. Estes casos são encaminhados para hospitais que atendem pelo Consórcio Intermunicipal de Saúde e para o Hospital Universitário (Husm).
O secretário de Saúde de Santa Maria, José Haidar Farret, diz que a carência de médicos se deve às aposentadorias e à falta de interesse dos profissionais em atender pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
? Nossa maior dificuldade hoje é otorrino. O que tínhamos está aposentado, nenhum médico quer atender pelo SUS, e não se apresentou ninguém no concurso. Estamos fazendo um apelo para que o clínico (geral) trate nas unidades os problemas de rinite e sinusite, sem precisar do otorrino. Fora disso, a demanda é encaminhada ao Husm ? comenta Farret.
Para Farret, o concurso público realizado neste ano deve amenizar o problema, mas não preencherá todas as vagas. Mesmo assim, para ele, o município consegue suprir a demanda com encaminhamentos.
Para que os aprovados no concurso assumam, falta a divulgação da classificação e homologação do resultado. Não há data prevista.
O fato é que ainda faltam traumatologista, otorrinolaringologista, nefrologista, oncologista e hematologista na rede municipal de saúde. Estes casos são encaminhados para hospitais que atendem pelo Consórcio Intermunicipal de Saúde e para o Hospital Universitário (Husm).
O secretário de Saúde de Santa Maria, José Haidar Farret, diz que a carência de médicos se deve às aposentadorias e à falta de interesse dos profissionais em atender pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
? Nossa maior dificuldade hoje é otorrino. O que tínhamos está aposentado, nenhum médico quer atender pelo SUS, e não se apresentou ninguém no concurso. Estamos fazendo um apelo para que o clínico (geral) trate nas unidades os problemas de rinite e sinusite, sem precisar do otorrino. Fora disso, a demanda é encaminhada ao Husm ? comenta Farret.
Para Farret, o concurso público realizado neste ano deve amenizar o problema, mas não preencherá todas as vagas. Mesmo assim, para ele, o município consegue suprir a demanda com encaminhamentos.
Para que os aprovados no concurso assumam, falta a divulgação da classificação e homologação do resultado. Não há data prevista.
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