Condenados por morte de deputada recorrem
Caso ocorreu há 13 anos, mas sentença saiu na quinta-feira (19)
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Cinco condenados pelas mortes da deputada alagoana Ceci Cunha e de três parentes, há 13 anos, entraram com recurso pedindo cancelamento do julgamento que terminou na quinta-feira (19).
Os réus foram enquadrados por homicídio qualificado - dois deles a 105 anos. Na ação, além de Ceci, também morreram o marido, o cunhado e a mãe dele.
O julgamento do crime, conhecido como "Chacina da Gruta", durou três dias. A votação da sentença levou mais de oito horas.
O ex-deputado federal Talvane Albuquerque, considerado o mandante, era primeiro suplente na coligação que elegeu Ceucí Cunha, do PSDB, e depois da morte da deputada chegou a assumir o cargo, mas foi cassado por falta de decoro parlamentar.
Segundo a denúncia, ele queria a vaga para ter imunidade parlamentar, já que respondia a processos na justiça.
Ele ficou preso por um ano e há 12 aguardava o julgamento em liberdade: trabalhava em um hospital do município de Paulo Afonso, na Bahia, e foi demitido recentemente, com a volta do caso à mídia.
Os réus foram enquadrados por homicídio qualificado - dois deles a 105 anos. Na ação, além de Ceci, também morreram o marido, o cunhado e a mãe dele.
O julgamento do crime, conhecido como "Chacina da Gruta", durou três dias. A votação da sentença levou mais de oito horas.
O ex-deputado federal Talvane Albuquerque, considerado o mandante, era primeiro suplente na coligação que elegeu Ceucí Cunha, do PSDB, e depois da morte da deputada chegou a assumir o cargo, mas foi cassado por falta de decoro parlamentar.
Segundo a denúncia, ele queria a vaga para ter imunidade parlamentar, já que respondia a processos na justiça.
Ele ficou preso por um ano e há 12 aguardava o julgamento em liberdade: trabalhava em um hospital do município de Paulo Afonso, na Bahia, e foi demitido recentemente, com a volta do caso à mídia.
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