Em época de liquidação, descontos nas lojas podem chegar a 70% em fevereiro
Com vendas baixas em janeiro, comerciantes acenam com grandes promoções para fechar o verão
Fevereiro será de oportunidades para quem deixa para ir às compras durante a época de liquidação. Como as vendas de janeiro ficaram abaixo do esperado, as tradicionaisLiquida Tchê e Liquida Porto Alegre devem trazer descontos ainda maiores para o consumidor.
Em alguns segmentos, como vestuário e climatizadores de ar, os preços podem cair até 70%, estima Gustavo Schifino, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) da Capital. Como estão com estoques elevados, os lojistas preparam promoções para terminar a temporada de verão com resultado positivo.
Fique atento:
Saiba os cuidados que você deve ter com mercadorias em liquidação
— As vendas de janeiro tiveram crescimento abaixo da inflação, depois de um Natal tímido — explica Schifino, à frente da entidade que organiza a 16ª edição do Liquida Porto Alegre.
Em todo o Estado, as ofertas começam nesta quarta-feira com o Liquida Tchê em cerca de 75 mil pontos de venda participantes. Além de recuperar o baixo desempenho do primeiro mês do ano, os varejistas projetam aumento das vendas sobre o período de liquidações do ano passado, entre 7% e 10%.
— Apostamos que o Liquida não terá só queima de estoques, mas um período de promoções com produtos da estação. O comércio está se preparando, fazendo compras antecipadas para atender ao consumidor que espera para comprar mais barato em fevereiro — afirma o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado (FCDL-RS), Vitor Koch.
A expectativa é de que o faturamento do comércio com o Liquida Porto Alegre possa chegar a R$ 1 bilhão. No Liquida Tchê, devem ser movimentados R$ 2,75 bilhões, segundo a FCDL.
— Só pela promoção, podemos esperar crescimento de 4% a 5% nas vendas, porque esse tipo de ação tende a puxar o tíquete médio das compras — complementa Schifino.
Uma dica usual dos economistas para os consumidores é evitar o consumo por impulso, por mais tentadora que seja a promoção.
— Comprar em liquidação deve ser um hábito, mas para isso o consumidor deve deixar de gastar durante o ano naqueles itens — afirma Luis Carlos Ewald, economista e professor da Fundação Getulio Vargas.
Em alguns segmentos, como vestuário e climatizadores de ar, os preços podem cair até 70%, estima Gustavo Schifino, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) da Capital. Como estão com estoques elevados, os lojistas preparam promoções para terminar a temporada de verão com resultado positivo.
Fique atento:
Saiba os cuidados que você deve ter com mercadorias em liquidação
— As vendas de janeiro tiveram crescimento abaixo da inflação, depois de um Natal tímido — explica Schifino, à frente da entidade que organiza a 16ª edição do Liquida Porto Alegre.
Em todo o Estado, as ofertas começam nesta quarta-feira com o Liquida Tchê em cerca de 75 mil pontos de venda participantes. Além de recuperar o baixo desempenho do primeiro mês do ano, os varejistas projetam aumento das vendas sobre o período de liquidações do ano passado, entre 7% e 10%.
— Apostamos que o Liquida não terá só queima de estoques, mas um período de promoções com produtos da estação. O comércio está se preparando, fazendo compras antecipadas para atender ao consumidor que espera para comprar mais barato em fevereiro — afirma o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado (FCDL-RS), Vitor Koch.
A expectativa é de que o faturamento do comércio com o Liquida Porto Alegre possa chegar a R$ 1 bilhão. No Liquida Tchê, devem ser movimentados R$ 2,75 bilhões, segundo a FCDL.
— Só pela promoção, podemos esperar crescimento de 4% a 5% nas vendas, porque esse tipo de ação tende a puxar o tíquete médio das compras — complementa Schifino.
Uma dica usual dos economistas para os consumidores é evitar o consumo por impulso, por mais tentadora que seja a promoção.
— Comprar em liquidação deve ser um hábito, mas para isso o consumidor deve deixar de gastar durante o ano naqueles itens — afirma Luis Carlos Ewald, economista e professor da Fundação Getulio Vargas.
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