Aumento no fluxo de veículos faz EPTC eliminar rotatórias em Porto Alegre
Frota aumentou quase 50% em 10 anos na Capital, tornando obsoletas algumas soluções
Rótula das avenidas Eduardo Prado e Juca Batista, na Zona Sul, será a próxima a receber sinaleiras
O fim de mais uma rotatória na Capital alerta para o incremento das sinaleiras na cidade.
O marco inicial foi a eliminação da rotatória da Avenida Dr. Nilo Peçanha, impulsionando uma onda de desativações que chega, agora, às avenidas Eduardo Prado e Juca Batista.
A próxima baixa está prevista para o final do mês, quando passarão a operar sinaleiras no cruzamento da Zona Sul. A região tem recebido a maioria das mudanças definidas pela Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC).
Recentemente, ganharam semáforos as rotatórias da Wenceslau Escobar com a Otto Niemeyer e da Juca Batista com a Serraria.
A onda se espalha por outras regiões. Na Zona Norte, sinaleiras foram colocadas na rótula das avenidas Plínio Brasil Milano e dos Industriários. Hoje, há 1.010 semáforos na Capital.
A EPTC explica o fim de rotatórias em especial pelo aumento de 48,67% na frota de veículos na cidade, de 481.914 (2001) para 716.493 (2011).
— A rotatória funciona muito bem até determinada capacidade. Quando o fluxo a extrapola, deixa de ser efetiva e começa a ser um problema — resume a gerente de Planejamento em Trânsito e Circulação da EPTC, Carla Meinecke.
Uma maneira de manter as rotatórias seria aumentar seus diâmetros. No entanto, acarretaria desapropriações e mais custos.
O marco inicial foi a eliminação da rotatória da Avenida Dr. Nilo Peçanha, impulsionando uma onda de desativações que chega, agora, às avenidas Eduardo Prado e Juca Batista.
A próxima baixa está prevista para o final do mês, quando passarão a operar sinaleiras no cruzamento da Zona Sul. A região tem recebido a maioria das mudanças definidas pela Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC).
Recentemente, ganharam semáforos as rotatórias da Wenceslau Escobar com a Otto Niemeyer e da Juca Batista com a Serraria.
A onda se espalha por outras regiões. Na Zona Norte, sinaleiras foram colocadas na rótula das avenidas Plínio Brasil Milano e dos Industriários. Hoje, há 1.010 semáforos na Capital.
A EPTC explica o fim de rotatórias em especial pelo aumento de 48,67% na frota de veículos na cidade, de 481.914 (2001) para 716.493 (2011).
— A rotatória funciona muito bem até determinada capacidade. Quando o fluxo a extrapola, deixa de ser efetiva e começa a ser um problema — resume a gerente de Planejamento em Trânsito e Circulação da EPTC, Carla Meinecke.
Uma maneira de manter as rotatórias seria aumentar seus diâmetros. No entanto, acarretaria desapropriações e mais custos.
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