Calçadas de Porto Alegre podem ter padrão e chafarizes
Campanha de recuperação do calçamento avança em regiões da Capital
Buracos atrapalham pedestres em muitos pontos do bairro
Bom Fim, como na Rua Irmão José Otão
Enquanto a campanha Minha Calçada: Eu
Curto, Eu Cuido segue em direção à região entre a rodoviária e a Rua Câncio
Gomes, a prefeitura da Capital planeja implantar novidades.
Está para começar a negociação pela padronização dos passeios do bairro Bom Fim e a obra de instalação de chafarizes no Largo Glênio Peres, no Centro Histórico.
As vistorias nas calçadas do Bom Fim iniciam em breve. Já os 14 chafarizes previstos para a área entre o Mercado Público e o Chalé da Praça XV poderão ser ligados em setembro.
As diretrizes gerais para o calçamento são definidas pela prefeitura. No entanto, os moradores podem se organizar para determinar um padrão, que pode ser por quadras, de acordo com a coordenadora do Gabinete de Articulação Institucional da prefeitura, Ana Pellini.
— É um bairro com muita identidade e o pessoal é engajado. Queremos nos reunir com as associações e tentar mobilizar para isso. Os moradores poderão até fazer uma concorrência positiva, para ver qual a quadra que fica mais bonita — afirma.
O presidente da Associação dos Amigos do Bairro Bom Fim, Carlos Alexandre Randazzo, considera difícil padronizar todo o bairro, principalmente por causa das calçadas antigas, cujos proprietários desejam preservar. Mas aguarda o contato da prefeitura.
Até agora, foram vistoriadas 10.827 calçadas na Cidade Baixa e no Centro Histórico – pontos de partida da campanha –, das quais 8 mil apresentavam irregularidades. Ao todo, 5.039 calçadas foram recuperadas.
Na semana passada, a ONG Mobilize divulgou pesquisa feita em passeios de 12 capitais brasileiras. Porto Alegre ficou em quarto lugar, com nota 6,6, na escala de zero a 10. O bairro Menino Deus foi eleito o de melhor calçamento (nota 7,88). O pior foi o entorno da rodoviária (3,5).
Está para começar a negociação pela padronização dos passeios do bairro Bom Fim e a obra de instalação de chafarizes no Largo Glênio Peres, no Centro Histórico.
As vistorias nas calçadas do Bom Fim iniciam em breve. Já os 14 chafarizes previstos para a área entre o Mercado Público e o Chalé da Praça XV poderão ser ligados em setembro.
As diretrizes gerais para o calçamento são definidas pela prefeitura. No entanto, os moradores podem se organizar para determinar um padrão, que pode ser por quadras, de acordo com a coordenadora do Gabinete de Articulação Institucional da prefeitura, Ana Pellini.
— É um bairro com muita identidade e o pessoal é engajado. Queremos nos reunir com as associações e tentar mobilizar para isso. Os moradores poderão até fazer uma concorrência positiva, para ver qual a quadra que fica mais bonita — afirma.
O presidente da Associação dos Amigos do Bairro Bom Fim, Carlos Alexandre Randazzo, considera difícil padronizar todo o bairro, principalmente por causa das calçadas antigas, cujos proprietários desejam preservar. Mas aguarda o contato da prefeitura.
Até agora, foram vistoriadas 10.827 calçadas na Cidade Baixa e no Centro Histórico – pontos de partida da campanha –, das quais 8 mil apresentavam irregularidades. Ao todo, 5.039 calçadas foram recuperadas.
Na semana passada, a ONG Mobilize divulgou pesquisa feita em passeios de 12 capitais brasileiras. Porto Alegre ficou em quarto lugar, com nota 6,6, na escala de zero a 10. O bairro Menino Deus foi eleito o de melhor calçamento (nota 7,88). O pior foi o entorno da rodoviária (3,5).
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