ACIDENTE
Feridos em quedas
EDUCAÇÃO
Silvana vence mais um desafio
Jovem que teve perda total da visão se forma neste sábado no curso de Educação Especial da UFSM
– Para mim, acho que é meio piegas, mas é um grande obstáculo superado, porque foi muito difícil conseguir me formar. Tive as mesmas dificuldades que se apresentam para os outros. Mas, queira ou não, perdi a visão e tive de me adaptar. Nunca tinha sido aluna cega – afirma a jovem, com orgulho.
Silvana busca a formação superior desde 1999, ao ingressar no curso de Engenharia Florestal da UFSM. Dois anos depois, quando estava no quinto semestre, começou a lidar com a nova realidade. Foram três cirurgias, insuficientes para evitar a perda da visão. A jovem trancou a faculdade e passou a se dedicar a outras atividades, como a presidência da Associação de Cegos e Deficientes Visuais de Santa Maria, em 2003 – o ano de fundação da entidade.
Aos poucos, o desejo de retomar a vida de estudante cresceu, e Silvana conseguiu transferência para a Educação Especial. Com o apoio de professores e outros servidores da UFSM, não faltou força de vontade à jovem que incentivou a implantação de projetos em benefício de estudantes com deficiência visual:
– A UFSM está caminhando para ter uma inclusão exemplar. Mas, desde que entrei, evoluiu muito. Conseguiram um computador especial para mim e monitores que ajudam em aula e digitalizam o material para eu ouvir em casa por meio de um programa de computador – conta a formanda.
Descanso – Com o inconfundível sorriso no rosto, Silvana só pensa em descansar depois que receber o diploma. O último semestre foi corrido, com dois estágios e a elaboração do trabalho final de graduação. Desde o começo do ano, a função é com a formatura, como os detalhes da decoração e os ensaios para fazer bonito na cerimônia. Daqui para a frente, ela quer relaxar e pensar que rumo a carreira de educadora especial tomará. Mas uma coisa é certa: Silvana vai passar adiante sua lição de vida e quer trabalhar com crianças com deficiência visual. No segundo semestre, ela estagiou na creche Ipê Amarelo e ganhou o coração dos pequenos:
– Trabalhar com crianças é muito bom. A pureza delas é algo que falta a muitos adultos.
SANEAMENTO
Obras atrasadas e mais caras
Governo do Estado pretende rediscutir contratos de barragens dos arroios Jaguari e Taquarembó
Em reuniões realizadas nos últimos dias, a Secretaria Estadual de Obras Públicas, Irrigação e Desenvolvimento Urbano nomeou grupos de trabalho para cuidar de obras em açudes, barragens e poços artesianos em todo o Estado.
As duas represas na Região Central terão uma equipe encarregada para cada projeto. Os planos de ação para a continuidade das obras devem ser elaborados a partir de agora, sem previsão para entrega.
Conforme o secretário Luiz Carlos Busato, a obra do Taquarembó está mais avançada, mas deve receber suplementação de verba para concluir uma parte da barragem e para a construção de novos canais. A intenção é concluir a estrutura para o próximo verão. Nesta obra, as laterais são feitas de concreto e há um vertedouro, uma parte da estrutura que assegura a estabilidade da barragem, que terá 120 metros de largura por 1 quilômetro de extensão.
Já na barragem do Arroio Jaguari, Busato considera que a situação é mais delicada. O prazo contratual para a entrega já se esgotou, e apenas 57% da obra está pronta. O contrato terá de ser rediscutido com a empreiteira responsável.
As equipes trabalharam no desvio do leito do Rio Santa Maria, que possibilitou a execução das barreiras de contenção, feitas com camadas finas de solo compactado. Outras frentes de trabalho se encarregaram de concretar o solo. A estrutura terá cerca de 19 metros de altura e 1,5 quilômetro de comprimento.
– A obra no Arroio Jaguari está andando devagar quase parando. Vamos tentar fazer um ajuste contratual para que a coisa flua. A barragem do Taquarembó está bem, mas já esgotou o preço contratual e teremos de redefinir os valores. Mas nenhuma obra está parada – avalia o secretário Busato.
A expectativa do governo do Estado com as barragens é controlar o nível do Rio Santa Maria e garantir a irrigação de lavouras e áreas de fruticultura. Além disso, a promessa é que não falte água nas torneiras das cidades vizinhas em épocas de estiagem. Resta saber quando moradores e produtores rurais poderão usufruir desses benefícios.
FORMAÇÃO
Fundae abre 800 vagas em cursos gratuitos
As inscrições podem ser feitas a partir de segunda-feira e estão abertas por tempo indeterminado. Como muitos cursos começarão em 14 de fevereiro, os interessados devem se inscrever o quanto antes. Para boa parte dos cursos, que duram de duas semanas até oito meses, o transporte até o campus da Fundae, no Distrito Industrial, é de graça. Os cursos de capacitação são gratuitos, sem pagamento extra de material ou matrícula, sendo que, nos cursos de artesanato, os alunos ficam com parte da produção feita nas aulas.
Segundo a Fundae, em 2010, mais de 70% dos formandos nos cursos profissionalizantes conseguiram emprego ou passaram a trabalhar como microempreendedores ou autônomos. No caso de um aluno de eletricidade predial, sua renda inicial, como ajudante de pedreiro, saltou de um salário mínimo para quase R$ 1 mil.
HABITAÇÃO
Sorteio de moradias será no sábado
Fé no santo do morro
Há 163 anos, a Festa de Santo Antão reúne tradição religiosa e crença popular
A devoção em Santo Antão Abade foi introduzida no atual distrito de Santo Antão, que fica em meio à ERS-516, no caminho para São Martinho da Serra entre 1846 e 1848. Naquela época, Santa Maria era uma vila e o local era conhecido somente como Cerro do Campestre. Essa estrada era a principal ligação de Porto Alegre com as províncias do norte da Argentina e com o Paraguai.
Não faltam elementos para que a fé se mantenha forte. A devoção foi trazida para o local, que, mais tarde, ficou conhecido como Campestre de Santo Antão, pelo monge italiano João Maria de Agostini, entre 1846 e 1848. O monge, que se dizia um enviado de Deus, era um peregrino que percorreu países como Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, México e Estados Unidos. Ele chegou ao Brasil pela Floresta Amazônica.
O monge garantia que a água encontrada no Cerro do Campestre curava feridas e não demorou para que chegasse uma multidão buscando a cura para várias doenças.
“Na picada, ele (o monge) havia plantado cruzes ao pé das quais ajoelhavam-se os penitentes, muitos deles com pedras à cabeça. As senhoras, de cabelos soltos, sangravam os pés descalços sobre as pedras pontiagudas no pagamento das promessas. O monge abençoava os crentes e os conduzia à fonte, onde derramava água na cabeça de todos”, conta João Daudt Filho, em suas Memórias, de 1949.
Costumes do século 19 ainda são mantidos
Muitos dos hábitos implantados pelo monge João Maria são mantidos até hoje, como a descida da imagem do santo – que pesa 20 quilos – da ermida do alto do morro uma semana antes da romaria e a volta dele à capelinha na Sexta-feira Santa.
Segundo o padre Ruben Natal Dotto, a Igreja procura conscientizar a população sobre o que é verdade e o que é mito. Mesmo assim, ao longo dos anos, surgiram lendas que tomam conta do imaginário popular e que são passadas de geração para geração por meio da história oral.
– Moro em Porto Alegre e é a primeira vez que faço a procissão. Tinha muita vontade de subir o morro porque meu pai nos contava histórias como a da cobra e da aranha que pertenciam ao santo – diz a aposentada Maria Lenir Pinheiro, 66 anos.
Para estrear no caminho ao longo do qual não há apoios e sobram pedras soltas, dona Maria contou, no último dia 8, com a ajuda do sobrinho, Sérgio Pereira da Silva, 44 anos. O escrivão participa da procissão há 30 anos e faz parte de sua promessa subir o morro três vezes consecutivas.
Mas que isso não cause a falsa impressão de que é fácil fazer o trajeto! O cerro só tem cerca de 280 metros de altura, mas é íngreme. Ao longo do caminho há 17 cruzes e, da quinta em diante, já se sofre para seguir em frente. Mesmo assim, os fiéis vão se ajoelhando, acendendo velas e fazendo preces, seja de agradecimento ou pedindo graças. Para descer, dizem que todo o santo ajuda, mas não raro alguém acaba beijando o solo. É questão de cair, levantar e seguir a procissão. Se o tempo não derrubou a fé em Santo Antão, não é um esfolado no joelho que irá diminuir a crença.
O monge das águas
O monge João Maria caminhava pela América a serviço da Igreja, levando a palavra de Deus de quem se dizia um enviado. Fé e, principalmente, promessas de cura, atraíram muita gente por onde ele passava. Tanto que ele foi convidado para catequizar índios charruas em no interior da Argentina.
O monge teria vindo parar em Santa Maria porque o trabalho na Argentina não deu certo. Ele estava voltando ao Brasil pela estrada do Campestre e acabou se estabelecendo no morro onde hoje fica a ermida de Santo Antão, entre 1846 e 1848.
No cerro, descobriu uma fonte na qual tratava moléstias de pele. A notícia que as águas curavam se espalhou rapidamente.
Um jornalista de Porto Alegre acompanhou o monge por 35 dias no morro do Campestre. Felicíssimo M. de Azevedo escreveu que “a longa barba e o hábito atraíram os simples que o tomavam como um novo messias”.
Era tanta gente em volta do cerro que, para organizar aquele povo, o monge João Maria buscou uma imagem de Santo Antão em uma igreja em ruínas nos Sete Povos das Missões. A imagem original já não existe mais porque queimou junto com a capela original, onde eram acesas muitas velas. João Maria deixou um documento, no qual determinava como devia ser o ritual da festa de Santo Antão, o qual é seguido até hoje. Como Cristo, o monge nomeou 12 ajudantes, os seus zeladores.
A história conquistou escritores como João Belém e Romeu Beltrão, que contaram o caso do eremita, mas sem dar detalhes sobre questões como a sua morte. Os dois escreveram que o monge era de poucas letras e que teria saído do morro para não ser preso quando um médico atestou que as águas não curavam.
História está sendo estudada
O doutorando em História Social Alexandre Karsburg foi atrás de mais informações sobre a vida do monge João Maria. Ele dedicou parte de sua dissertação de mestrado na Pontifícia Universidade Católica (PUC), na qual abordou a religião em Santa Maria, à história que se desenrolou no distrito da cidade. O material foi publicado no livro Sobre as Ruínas da Velha Matriz: Religião e Política Em Tempos de Ferrovia, pela editora da Universidade Federal de Santa Maria. Agora, Karsburg está fazendo uma tese de doutorado, na Universidade Federal do Rio de Janeiro, sobre o monge.
– Fiquei surpreso pela notícia sobre as águas santas ter repercutido tão rápido nos jornais do Rio Grande do Sul e também no Rio de Janeiro, que era a capital do Império – diz Karsburg.
O pesquisador descobriu informações importantes, como jornais antigos, uma imagem rara do monge e que ele havia aprendido teologia e idiomas como francês e latim, além de saber espanhol e português.
Na época de João Maria, a Vila de Santa Maria tinha pouco mais de 2 mil moradores. Entre janeiro e março de 1848, estima-se que 9 mil pessoas tenham passado pelo morro. Pelo menos 200 teriam ficado acampadas por lá. Segundo Karsburg, a movimentação chamou a atenção das autoridades, que mandaram um médico examinar a água. O resultado saiu em maio de 1849 e dizia que elas não tinham propriedades medicinais.
Segundo Karsburg, nessa época o monge já tinha ido para o Cerro do Botucaraí, em Candelária. Depois, teria sido proibido de ficar no Estado por conta do “grande fanatismo” que se formava com a sua presença.
O monge João Maria foi sepultado no Novo México, nos Estados Unidos, em 17 de abril de 1869.
| No imaginário popular |
| - Reza a tradição que, no dia da festa, é bom cobrir a cabeça com o manto do santo e que encostar a mão em seu corpo traz conforto para o corpo e a alma. Já a lenda garante que quem cair na subida do trajeto é porque tem pecados. |
| - Conta a lenda que Santo Antão morava no alto do morro com uma cobra que ficava no chão, perto do altar, e uma aranha grande que costumava se esconder atrás do santo, perto da caixa onde os fiéis antigamente colocavam as suas ofertas. Quem metesse a mão naquilo que era dado ao santo, era atacado pelos animais. A função da cobra era deixar a morada do santo livre de ratos e outros animais. Há quem acredite que os dois animais vivem até hoje e quem conte que um homem matou a cobra e, por castigo, morreu horas depois. |
| - A subida do morro de Santo Antão começa na cruz da via-sacra e termina no topo, com as três cruzes que representam Jesus e os dois ladrões, bem na frente da capelinha. Acreditava-se que, embaixo da primeira cruz, havia sido enterrado um tesouro. Um homem teria cavado no local para tentar encontrá-lo. Porém, teriam saltado sobre ele dezenas de mamangabas (abelhas que fazem ninho no chão). Diz a lenda que aquele que tentar cavar no local é expulso pelos insetos. |
| - Dentro da capela de Santo Antão havia uma caixa para doações, sendo que ela era trancada por três chaves que ficavam com três pessoas diferentes. Uma noite, ladrões teriam roubado a caixa e, para serem mais rápidos, teriam apenas escondido ela em um saco e fugido pelo mato. Quando os três tentaram abrir a caixa, o dinheiro teria se transformado em um enxame de vespas que teria saltado nas mãos deles. |
| Contavam os antigos moradores que perto da ermida, em horas incertas da noite, passava uma bola de fogo. O trajeto, segundo eles, era sempre o mesmo, de norte para sul. A bola de fogo ou mãe de ouro era tida como sinal de tesouros. Embora pudesse ser vista por várias pessoas, ela era destinada a apenas uma. Se outra pessoa encontrasse as relíquias, elas se transformavam em carvão. |
| Segundo o livro Lendas do Campestre, do padre Vicente Pillon, em Santo Antão havia um sino dos jesuítas, que era usado para anunciar missas, as horas e as mortes no povoado, mas ele desapareceu. Caso fosse encontrado, seria fácil reconhecê-lo porque ele teria perdido o badalo e, por isso, cada vez que ia batê-lo, um homem usava uma faca que teria deixado um sinal na borda do sino. Depois do desaparecimento, um lavrador teria batido com o arado no sino, que teria saído repicando até um riacho. Até hoje seria possível ouvir o sino repicando em alguns campos e banhados. |
| Anos depois da morte do monge João Maria, um velho barbudo, de casaco escuro e bengala, teria aparecido na ermida do alto do morro. A capela estava fechada, mas um homem que estava por perto teria perguntado o que o velho queria e, ao saber que desejava entrar no local, teria ido buscar a chave. Porém, quando ele voltou, não havia mais ninguém. Segundo a lenda, aquela teria sido a última visita de João Maria à capela de Santo Antão. |
| De acordo com a história contada pelo padre Vicente Pillon, em Lendas da Boca do Monte, uma mulher que morou no distrito era capaz de ver a imagem rir e chorar. Segundo ele, a piedosa senhora nunca perdia uma festa enquanto era viva. No dia em que o santo era carregado morro abaixo, ela sempre insistia para que todos olhassem o seu sorriso e garantia que ele estava rindo. Na hora de Santo Antão ser levado morro à cima, ela dizia ver lágrimas rolarem dos olhos da imagem. |
Tradição em família
Trânsito | 15/01/2011 | 08h04min
Acidente mata quatro argentinos em São Borja
Até o momento, 10 pessoas já morreram neste final de semana nas estradas gaúchas
Uma colisão frontal entre um caminhão brasileiro e um carro argentino matou os quatro ocupantes do automóvel na manhã deste sábado em São Borja, na Fronteira-Oeste. O acidente aconteceu por volta das 6h10min, no km 453 da rodovia São Borja-Santa Maria (BR-287).
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) monitora o local da colisão, onde o trânsito flui em meia pista. Segundo informações preliminares, o carro argentino, um Bora, seria de São Tomé, cidade do país vizinho que faz fronteira com São Borja.
Confira os acidentes com
morte em 2011 e em 2010 no RS:

Com isso, 10 pessoas já morreram neste final de semana nas estradas gaúchas até o momento neste final de semana. Abaixo, os outros óbitos:
Santo Antônio da Patrulha–Osório
Por volta das 5h, na altura do km 70 da RS-030, entre Santo Antônio da Patrulha e Osório. Um Escort bateu de frente em um caminhão. O motorista do Escort ficou preso nas ferragens do veículo e morreu. O corpo, que ainda não foi identificado, segue preso nas ferragens.
Triunfo
Um condutor morreu após perder o controle do carro, sair da pista e bater em uma árvore no km 45 da RS-124, por volta das 2h deste sábado, em Triunfo. Éverton Nunes dos Santos, 27 anos, dirigia um Gol. Ele era o único ocupante do veículo.
Casca
Uma Ranger, com placas de Porto Alegre, saiu da pista, capotou e explodiu no km 45 da RS-324, em Casca, no noroeste do Estado. Dentro da caminhonete, a Polícia Rodoviária Estadual encontrou um corpo carbonizado. O cadáver não foi identificado. O acidente ocorreu por volta das 21h30min de sexta-feira.
Taquari
Uma colisão frontal entre dois caminhões deixou dois mortos e provocou bloqueio no trânsito no sentido Capital-interior da rodovia Lajeado-Tabaí (BR-386), em Taquari. Uma das vítimas, identificada pela Polícia Rodoviária Federal como Fernando Camargo Moscardini, 38 anos, morreu no local do acidente. Ele conduzia um dos veículos. O motorista do outro caminhão, identificado como Marciano Arlei Blasi, 31 anos, morreu no Hospital Bruno Born, de Lajeado.
Alpestre
Uma mulher morreu em uma colisão frontal entre um Fiat Uno e um Celta, às 20h30min de sexta-feira, no km 4 da ERS-504, em Alpestre, perto de Nonoai, no Norte. Ivone Cecília Depeke, 52 anos, dirigia o Fiat Uno. O motorista do Celta sofreu escoriações leves e passa bem.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) monitora o local da colisão, onde o trânsito flui em meia pista. Segundo informações preliminares, o carro argentino, um Bora, seria de São Tomé, cidade do país vizinho que faz fronteira com São Borja.
Confira os acidentes com
morte em 2011 e em 2010 no RS:
Com isso, 10 pessoas já morreram neste final de semana nas estradas gaúchas até o momento neste final de semana. Abaixo, os outros óbitos:
Santo Antônio da Patrulha–Osório
Por volta das 5h, na altura do km 70 da RS-030, entre Santo Antônio da Patrulha e Osório. Um Escort bateu de frente em um caminhão. O motorista do Escort ficou preso nas ferragens do veículo e morreu. O corpo, que ainda não foi identificado, segue preso nas ferragens.
Triunfo
Um condutor morreu após perder o controle do carro, sair da pista e bater em uma árvore no km 45 da RS-124, por volta das 2h deste sábado, em Triunfo. Éverton Nunes dos Santos, 27 anos, dirigia um Gol. Ele era o único ocupante do veículo.
Casca
Uma Ranger, com placas de Porto Alegre, saiu da pista, capotou e explodiu no km 45 da RS-324, em Casca, no noroeste do Estado. Dentro da caminhonete, a Polícia Rodoviária Estadual encontrou um corpo carbonizado. O cadáver não foi identificado. O acidente ocorreu por volta das 21h30min de sexta-feira.
Taquari
Uma colisão frontal entre dois caminhões deixou dois mortos e provocou bloqueio no trânsito no sentido Capital-interior da rodovia Lajeado-Tabaí (BR-386), em Taquari. Uma das vítimas, identificada pela Polícia Rodoviária Federal como Fernando Camargo Moscardini, 38 anos, morreu no local do acidente. Ele conduzia um dos veículos. O motorista do outro caminhão, identificado como Marciano Arlei Blasi, 31 anos, morreu no Hospital Bruno Born, de Lajeado.
Alpestre
Uma mulher morreu em uma colisão frontal entre um Fiat Uno e um Celta, às 20h30min de sexta-feira, no km 4 da ERS-504, em Alpestre, perto de Nonoai, no Norte. Ivone Cecília Depeke, 52 anos, dirigia o Fiat Uno. O motorista do Celta sofreu escoriações leves e passa bem.
Mantega anuncia que salário mínimo será de R$ 545 a partir de 1º de fevereiro
Novo valor será encaminhado ao Congresso, mas poderá ser revisto pelos parlamentares
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou hoje que o governo federal corrigirá o valor do salário mínimo de R$ 540,00 para R$ 545,00. O novo valor será considerado a partir de 1º de fevereiro. Ele disse que o reajuste se deve à correção da inflação do mês de dezembro de 2010. O ministro participou nesta sexta-feira da primeira reunião interministerial do governo Dilma Rousseff.
Segundo ele, quando o valor de R$ 540 foi fixado, o governo considerava a inflação estimada para o mês e, agora, como o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) se revelou maior do que era previsto, foi necessária a correção. O novo valor será encaminhado ao Congresso, mas poderá ser revisto pelos parlamentares.
Segundo ele, quando o valor de R$ 540 foi fixado, o governo considerava a inflação estimada para o mês e, agora, como o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) se revelou maior do que era previsto, foi necessária a correção. O novo valor será encaminhado ao Congresso, mas poderá ser revisto pelos parlamentares.
Mantega participou da primeira reunião interministerial do governo de Dilma Rousseff.
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