sábado, 15 de janeiro de 2011

  • Pressão dentro e fora da Câmara

    Grupo RBS Os vereadores da Câmara de Santa Maria não irão ganhar R$ 10 mil a partir de fevereiro. Graças, principalmente, à pressão da opinião pública e à atitude da presidente da Casa, Sandra Rebelato (PP), que decidiu não conceder o aumento exagerado. Isso porque a lei não precisava ser votada, bastava um canetaço da presidente, e o reajuste entraria no próximo contracheque. Comparado ao que ganha um trabalhador – a maioria recebe um salário mínimo de R$ 510 –, o aumento de 73% poderia até ser legal, mas seria imoral. Os vereadores passariam de R$ 5,7 mil para R$ 10 mil. É demais. E a população reagiu. Um exemplo é o número de cartas enviadas ao Diário, criticando os vereadores.

    A vida da presidente na reunião da manhã de quinta-feira (na foto, na ponta da mesa) não foi nada fácil. Sandra foi muito pressionada a portas fechadas por alguns vereadores que queriam os R$ 10 mil, mas ela não cedeu. Até porque, mais tarde, poderia ter de responder pela decisão no Tribunal de Contas do Estado (TCE). Mas, sem dúvida, o que fez a diferença para os vereadores não embolsarem o salário gordo foi a opinião pública. Os parlamentares sabem que logo ali à frente, em 2012, terão um encontro com as urnas, e a recepção poderia não ser nada boa para alguns. É claro.

  • Bom cartaz no Piratini

    Muita gente de Santa Maria e região está dando expediente no governo do Estado. Pelo menos sete pessoas já foram nomeadas. Entre eles, Cláudio Fiorezze, secretário adjunto da Agricultura, o professor do Centro de Ciências Rurais da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) Danilo Rheinheimer, na presidência da Fepagro (Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária), e Carlson Aquistapasse, na presidência da Procergs (Companhia Estadual de Processamento de Dados). Outro santa-mariense é o secretário adjunto de Justiça e Direitos Humanos, o promotor Miguel Velasquez, que tomou posse na quinta-feira. Isso sem falar nos dois secretários: Fabiano Pereira e Estilac Xavier. E tem mais o governador Tarso Genro, que é um santa-mariense de coração, e a primeira-dama, Sandra Genro, que é natural da cidade. Isso sem falar que há mais nomes daqui para serem anunciados.

  • Postos regionais

    Aos poucos, os cargos regionais estão sendo preenchidos. Danilo Norberto Carnelosso da Costa, o Beto, foi indicado para assumir a direção do Centro de Atendimento Socioeducativo (Case), Amilton dos Santos, para diretor adjunto do Case, e Dionízio Kuchinski, para diretor do Centro de Atendimento Socioeducativo em Semiliberdade (Casemi). Para a direção do presídio, foi escolhido Soel Souza, e para a nova penitenciária, Celso Carpes. Os primeiros a serem anunciados foram o agente penitenciário Rogério Mangini como delegado regional da Superintendência Regional de Serviços Penitenciários (Susepe), e a diretora da Escola Estadual Tancredo Neves, Celita da Silva, para a 8ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE). Para delegado ajunto da Susepe, deverá ser confirmado Domacir Correa. Já para a coordenadoria regional de Saúde, o nome mais cotado é o do servidor municipal Juarez Piccini e, para Superintendência Regional da Corsan, o de Maximiliano Alves de Moraes, atual chefe da Unidade de Saneamento de Santa Maria.

  • Recesso em Caçapava

    A Câmara de Vereadores de Caçapava do Sul estará de recesso a partir deste sábado. A Casa retoma as atividades no dia 28 de fevereiro, porém, as sessões só recomeçam no dia 10 de março. Este ano, o Legislativo é comandado pela peemedebista Rosilda Freitas, 37 anos. Professora estadual, ela é a primeira mulher a assumir a presidência da Casa no município.

  • Distribuição de adesivos em Santo Antão pelo asfalto

    Grupo RBS A comissão encarregada de lutar pelo asfalto entre Santa Maria e São Martinho da Serra irá aproveitar a Festa de Santo Antão neste domingo para fazer mais uma investida em prol da obra. Os integrantes estarão no local distribuindo adesivos. Em novembro, a comunidade dos dois municípios já deu um grande exemplo de mobilização pelo asfaltamento, reunindo dezenas de pessoas na estrada. Todos os movimentos são orquestrados pela comissão formada por políticos, comunicadores e pessoas da comunidade.

  • Na foto oficial

    Grupo RBS Na sexta-feira, foi divulgada a foto oficial da presidente Dilma Rousseff. Trata-se de uma imagem histórica. Ela é a primeira mulher a comandar o país. A foto foi feita no dia 9 de janeiro, no Palácio da Alvorada. Também nesta sexta, Dilma comandou a primeira reunião ministerial depois da posse. Após o expediente, a previsão era que a presidente rumaria para Porto Alegre para descansar ao lado da família.

  • Curtas daqui

    - O salário mínimo, anunciado inicialmente pelo governo em R$ 540, será de R$ 545 a partir de fevereiro. O anúncio foi feito pelo próprio ministro da Fazenda, Guido Mantega, nesta sexta-feira. A nova proposta será encaminhada ao Congresso Nacional para análise

    - No começo de cada ano, as prefeituras concedem reajuste ao servidores. Em Agudo, o prefeito Ari Anunciação (PMDB) anunciou o índice de 6%

    - Mais notícias sobre política, você encontra no blog Aparte

  • Um relator para as contas de Tarso

    Grupo RBS O relator no Tribunal de Contas do Estado (TCE) da prestação de contas do primeiro ano do governador Tarso Genro (PT) já está escolhido. O santiaguense Marco Peixoto (foto) foi o indicado. O anúncio foi feito na sessão da última quarta-feira. Antes de virar conselheiro do TCE, Peixoto foi aliado da ex-governadora Yeda Crusius (PP), que chegou a participar do aniversário do então deputado, em 2009. Já as contas do último ano de Yeda serão analisadas pelo conselheiro Saul Mileski.

  • Tragédias no Rio

    Quantas cenas impressionantes têm rodado o Brasil e o mundo da tragédia em cidades da região serrana do Rio de Janeiro... Muitas das casas, que vieram abaixo devido à chuva, foram erguidas em áreas irregulares. Depois da tragédia que matou centenas de pessoas, os governos prometem políticas de habitação para tirar as pessoas das áreas de riscos. O problema é que as frases de efeito acabam ficando só no discurso. Depois de um certo tempo, a tragédia é esquecida, e a dor, amenizada. E ninguém mais fala em políticas para melhorar a vida das pessoas que se amontoam em áreas de risco por esse Brasil afora.

  • TJ livra Osvaldo de ação de improbidade

    O ex-prefeito de Santa Maria Osvaldo Nascimento, na época filiado ao PTB, foi absolvido no Tribunal de Justiça do Estado (TJ), em ação de improbidade administrativa por suposto desvio de recursos na construção de quadras poliesportivas em escolas do município e em um ginásio na localidade de São Marcos, no distrito de Arroio Grande. Segundo o procurador do município na época e advogado de Osvaldo, Paulo Inhaquite, em 2002, a prefeitura de Santa Maria e o Ministério Público entraram com a ação pedindo que Osvaldo devolvesse R$ 360 mil ao município e tivesse os direitos políticos cassados. O ex-prefeito, que mora em Santa Catarina, foi condenado em Santa Maria e recorreu ao TJ, onde foi absolvido, por unanimidade, em dezembro do ano passado.

  • Peregrinação

    Deputado estadual eleito, o ex-prefeito de Santa Maria Valdeci Oliveira (PT) fez uma peregrinação por secretarias estaduais ao longo da última terça-feira. Em meio ao um encontro e outro com secretários, foi dar mais uma espiada na performance da base aliada do governo Tarso Genro (PT) na sessão extraordinária. A partir do dia 31 de janeiro, ele dará expediente por lá

  • Contas

    O festejado déficit zero do governo Yeda Crusius foi colocado em xeque pelo novo secretário da Fazenda, Odir Tonollier. Ele afirmou que a gestão Tarso Genro recebeu com déficit de R$ 150 milhões e ainda uma herança de R$ 1 milhão em restos a pagar. Além do mais, o secretário afirmou que, desde outubro, não era pago o combustível da segurança pública. Integrantes do governo anterior se limitaram a dizer que a situação deixada “é administrável”
    O prefeito de Santa Maria, Cezar
    Schirmer (PMDB), encaminha-se
    para o seu terceiro ano de governo.
    Em entrevista ao Diário, ele faz
    um balanço do segundo ano da sua
    gestão, além de projetar ações para
    2011. Schirmer também aborda
    assuntos polêmicos, como as das
    áreas de saúde, transporte coletivo
    e ainda o impasse entre a prefeitura
    e a Corsan. Sob o olhar atento do
    secretário de Relações de Governo
    e Comunicação, Giovani Mânica, o
    prefeito falou por uma hora e 10 minutos.
    Confira os principais trechos
    da entrevista ao lado e na página 8:
    Diário de Santa Maria – Como
    o senhor avalia o segundo ano de
    governo?
    Cezar Schirmer – Posso afirmar,
    sem nenhum propósito de autoelogio,
    que não é meu estilo, que, se
    compararmos meus dois anos de
    governo com quaisquer outros dois
    anos de qualquer governo na história
    de Santa Maria, nenhum governo
    fez tanto. Isso eu afirmo não só
    em ações genéricas do governo, mas
    em ações específicas em áreas como
    saúde, educação, habitação, trânsito,
    segurança. Agora se comparar dois
    anos com quatro ou oito anos, é evidente
    que a comparação é desigual.
    Diário – Que tipo de ações?
    Schirmer – O hospital regional, a
    UPA, que cobram que ainda não está
    operando. A municipalização do licenciamento
    ambiental, do Distrito
    Industrial, e da Nova Santa Marta, a
    transferência dos camelôs, a questão
    dos leitos hospitalares para o SUS.
    Nós rompemos o convênio com o
    Hospital de Caridade e, agora, o Caridade
    está construindo 130 leitos para
    o SUS. A Casa de Saúde tinha 42 leitos
    para o SUS e, agora, já tem 110. Em
    mais dois ou três meses serão 177 leitos,
    isso significa 377 novos leitos para
    o SUS. O Viaduto da Gare, o dinheiro
    estava seis anos parado aqui, só que
    não tinha nenhum buraquinho. O
    PA Odontológico 24 horas todos os
    dias da semana, inclusive sábado,
    domingo e feriados. A iluminação
    pública. É verdade que criamos uma
    taxa (Contribuição da Iluminação.

    na iluminação é
    obrigação do município um serviço
    de qualidade, o contribuinte
    está pagando a mais para isso.
    Schirmer – Tens de comparar
    como era e como é. A partir deste ano,
    vamos começar a instalar 6 mil novas
    luminárias em Santa Maria. Eu sempre
    fui a favor (da CIP). O Tribunal de
    Contas exigia que cobrássemos.Está
    resolvido um problema histórico.
    Diário – Quando começará a
    funcionar a UPA?
    Schirmer – Nos cobram que não
    está operando, mas, agora, 30 de dezembro,
    é que nós recebemos a UPA.
    Diário – Por que a prefeitura não
    se preparou para receber a UPA?
    Schirmer – Falta rede de energia
    elétrica para dentro da UPA. Isso era
    de responsabilidade do Estado. O
    Estado nos passou a UPA e assinou
    um contrato conosco repassando R$
    400 mil para nós fazermos a rede.
    Enquanto o Estado não fazia a rede,
    nós não podíamos fazer nada. Resta
    o muro de arrimo, que nós vamos fazer,
    e o acesso à Casa de Saúde. Feito
    isso, vamos cuidar da gestão. Agora,
    não adianta ter e pagar pessoal se eles
    não podem trabalhar. A UPA é uma
    conquista da prefeitura porque nós
    trabalhamos, nós fornecemos a área,
    nós brigamos, fomos ao governo do
    Estado e ao governo federal. Nós já
    licitamos os equipamentos, em torno
    de R$ 1 milhão. A empresa está
    começando a entregá-los. Essa parte
    que era a nossa responsabilidade.
    Diário – Qual é a previsão para o
    funcionamento da UPA?
    Schirmer – Eu não quero estabelecer
    data. Afinal de contas, licitação
    pode ser contestada, pode demorar...
    O que importa, embora eu compreenda
    que a população quer agilidade,
    é que Santa
    Maria é a única
    cidade do Rio
    Grande do Sul,
    não tem nenhuma
    outra, nem
    em Porto Alegre
    tem UPA. Essa
    é uma grande
    conquista, como
    é o hospital regional,
    o Samu....
    Diário – Por que o Samu está
    funcionando em cidades da região,
    e em Santa Maria ainda não?
    Schirmer – São Sepé, Júlio de
    Castilhos e Faxinal do Soturno é
    uma unidade básica, precisa de enfermeiro,
    auxiliar de enfermagem
    e motorista. Santa Maria são cinco
    ambulâncias, é a única cidade do
    Rio Grande do Sul, fora Porto Alegre,
    que tem cinco ambulâncias do
    Samu. Eram três, nós lutamos até o
    fim, o doutor Farret (vice-prefeito e
    secretário de Saúde, José Farret) e eu
    para que fossem cinco ambulâncias:
    três unidades básicas e duas UTIs,
    que precisam de médico e toda a
    estrutura de equipamentos. Não
    adianta nós tratarmos de colocar em
    operação uma ambulância e quatro
    ficarem paradas. Em novembro, nós
    chegamos à conclusão que teríamos
    cinco ambulâncias. A partir daí começamos
    a discutir a operação. O
    nosso desejo é que o Samu comece
    a operar imediatamente.
    Diário – Já tem data definida
    para o funcionamento do Samu?
    Schirmer – Posso assegurar que
    o mais rapidamente possível, dentro
    da lei. Agora, uma coisa é tu operares
    uma ambulância unidade básica,
    outra coisa é tu operares cinco ambulâncias
    com duas unidades UTIs
    móveis. É muito
    mais sofisticado,
    é uma operação
    mais complexa. E
    tem de comparar
    Santa Maria não
    com Faxinal do
    Soturno, com todo
    o respeito, tem de
    comparar com Caxias,
    com Pelotas,
    com Porto Alegre, com Rio Grande.
    Todos os municípios que receberam
    Samu no segundo semestre, nenhum
    colocou em operação no ano passado.
    E nós vamos colocar em um mês
    ou dois no máximo.
    Diário – O senhor tem criticado
    os serviços da Corsan e ameaçou
    romper o contrato. Fará isso?
    Schirmer – Quando eu assumi a
    prefeitura, vi o contrato com a Corsan
    e, das 20 cláusulas, praticamente
    17 não eram cumpridas. Comecei a
    ver que a Corsan causava 10 buracos
    por dia na cidade. Em julho do ano
    passado, dei 30 dias para a Corsan
    mudar sua atuação. O presidente da
    Corsan esteve no semestre passado
    três vezes em Santa Maria fazendo
    propostas pedindo para renovar o
    contrato. Eu disse: “vocês não cumpriram
    o contrato passado. Qual é
    a garantia que teremos à frente?”
    Então, não ficaria adequado eu romper
    o convênio com a Corsan dois
    meses antes ou dois meses depois
    de assumir o novo governo. Vamos
    dar um tempo ao governo Tarso
    (Genro). Vou procurá-lo, vou expor
    essas dificuldades. Se não mudar, eu
    vou romper o contrato, sim, porque
    a Corsan desserve aos interesses de
    Santa Maria.
    Diário – E qual é a alternativa
    para substituir a Corsan?
    Schirmer – Se romper, nós vamos
    municipalizar. Certamente, com o
    lucro que a Corsan gera dá para, em
    quatro anos, colocar água e esgoto
    em condições adequadas em todas as
    moradias de Santa Maria e, inclusive,
    em Camobi, que é maior que 30 municípios
    do Rio Grande do Sul e não
    tem um palmo de esgoto. Agora, que
    fique bem claro: eu não vou privatizar
    o saneamento básico de Santa Maria.
    Quando se fala em municipalizar, significa
    que será do município a exploração,
    o controle, o que pode se discutir,
    eventualmente, é a operação, mas
    isso é um assunto para frente.
    Diário – O Ministério Público
    está questionando a prefeitura por
    não abrir licitação para o transporte
    coletivo. O senhor pretende
    abrir licitação?
    Schirmer – Eu ainda não recebi
    a notificação do Ministério Público
    sobre essa ação civil. Se essa for uma
    decisão que nos obrigue a licitar, vamos
    licitar, não há nenhum problema.
    Há algumas cidades que fizeram
    licitação e foi um desastre, e outras
    fizeram licitação e foram muito bem.
    A questão não é propriamente a licitação.
    Isso é questão de natureza legal
    A preocupação nossa é transporte de
    qualidade com uma tarifa justa.
    Diário – O turno integral nas escolas
    municipais prometido para
    2009 será implantado este ano?
    Schirmer
    – Nós temos 4 mil
    alunos que estão
    em turno integral.
    Diário – Mas
    não nas 24 escolas
    como o
    prometido?
    Schirmer – São
    24 escolas que têm
    o índice do Ideb
    menor do que a média brasileira. Então,
    nessas 24 escolas, nós começamos
    a implantação. Nós escolhemos
    os alunos que têm maior dificuldade.
    Não toda escola.
    Diário – O número de beneficiados
    será ampliado em 2011?
    Schirmer – Claro. Agora, no mês
    de março, vai começar a distribuição
    de uniformes gratuitos para 21 mil
    alunos do município até a 6ª série.
    Essa é uma área que não tem grande
    visibilidade porque isso fica muito no
    tititi. Outra coisa que nós vamos resolver
    é a merenda escolar. Papel de
    professor não é fazer merenda. Papel
    de professor é dar aula. É uma lástima
    que ainda ocorra na nossa cidade
    de diretores e professores terem de
    cuidar desse assunto.
    Diário – Como está a implantação
    da Guarda Municipal?
    Schirmer – Quando começar o
    ano legislativo, em fevereiro, nós vamos
    mandar para a Câmara o projeto.
    Só não foi no ano passado porque nós
    não tínhamos a repercussão financeira.
    Isso tem um custo adicional.
    Diário – E qual é o custo?
    Schirmer – Não está pronto ainda.
    Nós estamos iniciando o processo
    licitatório de câmeras de vídeomonitoramento,
    que serão instaladas no
    Centro e nos bairros, em regiões já
    detectadas, que têm mais problemas
    de segurança.
    Diário – Com a municipalização
    do Distrito Industrial (DI), o que
    senhor pretende fazer para atrair
    indústrias para a cidade, uma de
    suas bandeiras de campanha?
    Schirmer – Nós nos dedicamos
    durante o primeiro e o segundo ano
    de governo a fazer com que a prefeitura
    tivesse os instrumentos necessários
    para ter uma política própria
    de desenvolvimento. Neste terceiro
    ano, nós vamos começar a prospectar
    investimentos. Graças aos esforços
    que já estamos fazendo, veio para cá
    a KMW (fábrica alemã de blindados
    que pretende se instalar aqui). Isso é
    uma grande conquista e atrás dela
    vem outras.
    Diário – A prefeitura apresentou
    projetos para captar R$ 65 milhões
    do Programa de Aceleração do
    Crescimento (PAC) e só conseguiu
    R$ 620 mil. O que aconteceu?
    Schirmer – Essa informação é absolutamente
    falsa.
    Diário – Mas seu próprio secretário
    afirmou
    que tinham projetos
    para R$ 65
    milhões.
    Schirmer
    – Nós apresentamos
    três projetos:
    um de R$ 65 milhões,
    um de R$
    18 milhões e outro
    de R$ 30 e poucos
    milhões. Esses projetos davam continuidade
    aos que vinham sendo feitos.
    O Ministério das Cidades interpretou
    que aquilo era uma obra nova. Eu
    acho que, como as obras do PAC estão
    em andamento e nós temos uma
    parte substancial de recursos a serem
    aplicados, o governo federal preferiu
    por outro município que não havia
    recebido recursos. Nós recebemos no
    ano passado um adicional de R$ 34
    milhões para obras na área de saneamento
    e habitação. Então, nós não
    perdemos, nós pedimos e não recebemos.
    Em abril, vai ter uma nova possibilidade
    de postular novos recursos,
    e nós vamos postular de novo.
    Diário – Já se passaram dois
    anos que o senhor anunciou que
    diariosm
    com.br
    Leia no site do
    Diário a íntegra
    da entrevista do
    prefeito Cezar
    Schirmer (PMDB)


    Dilma Rousseff faz sua primeira visita a Porto Alegre após posse

    A presidente chegou hoje à noite e não tem compromissos oficiais


    A presidente Dilma Rousseff chegou à Capital na noite desta sexta-feira, às 22h45min, e seguiu direto para sua residência na Rua Copacabana, localizada no bairro Vila Assunção. Esta é a primeira visita de Dilma à capital gaúcha após a posse.

    A filha e o neto de Dilma vieram com ela, mas seguiram para a residência de Paula. Segundo sua assessoria de imprensa, Dilma ficará sábado e domingo em Porto Alegre.

    A agenda é privada, portanto, nenhum compromisso oficial está previsto para este final de semana.





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