INFRAESTRUTURA
Rio Branco: agora vai?
Trabalhos durarão 10 meses
Assim que for dada a largada para as obras, a empresa – que foi escolhida depois de três licitações – irá remover as árvores mortas ou apodrecidas da avenida (veja o que mais será feito no local, no quadro ao lado). A revitalização da via histórica irá começar no entroncamento da Rio Branco com a Rua Venâncio Aires, e seguirá em direção ao Viaduto da Gare. A Calvano tem 10 meses para concluir o serviço.
Os tapumes que serão colocados no entorno do canteiro central darão segurança aos pedestres enquanto a Calvano estiver tocando a obra. Segundo o secretário de Controle e Mobilidade Urbana, Marcelo Bisogno, durante a realização do serviço nas duas primeiras quadras – entre as ruas Venâncio Aires e Silva Jardim –, os parquímetros da Rek Parking serão removidos.
– Eles sairão desses locais por 60 ou 70 dias e não pagaremos nada por isso. É uma obra de urgência para Santa Maria – afirmou o secretário, informando ainda que o ponto de táxi em frente à Catedral Diocesana deve ser mudado, provisoriamente, para a frente da Catedral do Mediador.
Bisogno ainda ressaltou que, durante os 10 meses da obra, não devem ocorrer interrupções no trânsito da Rio Branco, salvo nas ocasiões em que um veículo de grande porte precise utilizar toda a extensão da via.
SAÚDE
Obra do hospital regional não vai parar
TEMPO
Chuva e estragos
Santa Maria e cidades da região foram afetadas por chuvarada
O Corpo de Bombeiros registrou a queda de uma árvore sobre um carro, na Avenida Borges de Medeiros, perto da Silva Jardim. O trânsito na avenida ficou interrompido por cerca de uma hora. Na Rua Serafim Valandro, no Centro, galhos caíram sobre fios da rede de alta tensão, que atingiram o telhado de uma revenda de veículos. Funcionários da AES Sul foram até o local para isolar a energia. Moradores também relataram que houve queda de fios de energia no bairro Urlândia, Zona Sul, mas ninguém se feriu.
Queda de luz – Outra queda de energia elétrica já havia atingido cerca de 70% de Santa Maria no final da noite de terça-feira. Na maior parte dos locais, a luz voltou em seguida, mas, em outros, ela foi restabelecida de madrugada ou na tarde de ontem, como na localidade de Passo da Ferreira. Etiane Medianeira Hundertmark Saccol, 21 anos, moradora do local, disse que ouviu um estouro às 23h50min e que a luz caiu. Ela foi até a tomada para desligar o notebook da energia e levou um choque que a jogou longe. Ela teve o dedo da mão direita e a sola do pé direito queimados. Vários eletrodomésticos dela e da casa de sua tia queimaram.
Segundo a AES Sul, o fornecimento foi interrompido por um minuto. A companhia investigará a causa. A empresa afirma que não foi sobrecarga de consumo que causou a queda.
Em Restinga Seca, às 14h30min de ontem, uma queda brusca de energia, similar à de Santa Maria, trouxe prejuízos a diversos moradores. Pelo menos três pessoas ligaram ao Diário contando que tiveram geladeiras e sintonizadores de parabólicas queimados. O Diário tentou contato com a Nova Palma Engenharia, mas não conseguiu.
Os clientes que tiveram aparelhos queimados devem procurar as lojas das concessionárias e encaminhar um pedido de ressarcimento. Técnicos farão vistoria nas residências para ver se o pedido será aceito. Conforme a AES, em Caçapava do Sul, às 20h, havia 842 clientes sem luz.
COMÉRCIO
Shopping em discussão
BRASÍLIA
Briga pelos R$ 580
Governo voltou a reafirmar valor do salário mínimo a R$ 545
– A tendência é que seja corrigida pelo centro da meta inflacionária – disse ele, após reunir-se com presidentes das centrais sindicais. Atualmente, o centro da meta é 4,5%. O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, disse que os representantes de trabalhadores propuseram ao governo uma regra para garantir a correção da tabela ao longo dos próximos quatro anos. O governo ficou de analisar a ideia.
A correção de 4,5%, porém, não foi apresentada como proposta durante a reunião com as centrais. No encontro, o governo se limitou a frisar as posições que já havia apresentado: um salário mínimo de R$ 545 (as centrais defendem R$ 580), a possibilidade de corrigir a tabela do IRPF (mas sem apresentar proposta concreta) e a manutenção da regra de correção das aposentadorias superiores ao mínimo (é a inflação, mas as centrais defendem 10%). Nova reunião foi marcada para a próxima quarta-feira.
Carvalho insistiu na tese que os R$ 545 representam o cumprimento de uma regra de correção do mínimo acertada entre governo e centrais.
Trabalho | 27/01/2011 09h23min
Taxa de desemprego é a menor da série histórica do IBGE
Segundo instituto, índice foi de 5,3% em dezembro e 6,7% na média do ano
A taxa de desemprego apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nas seis principais regiões metropolitanas do país ficou em 5,3% em dezembro de 2010, ante 5,7% em novembro do ano passado, segundo informou hoje a instituição, em sua Pesquisa Mensal de Emprego (PME). Em dezembro de 2009, a taxa de desemprego foi de 6,8%. O resultado do último mês de 2010 é o menor da série histórica. No ano, a média ficou em 6,7%, também a menor da história
O resultado de dezembro ficou dentro do intervalo das estimativas dos analistas, que projetavam taxa entre 4,80% a 5,60%. A mediana das previsões estava em 5,00%. O rendimento médio real (descontada a inflação) dos trabalhadores registrou variação positiva de 0,7% em dezembro de 2010 ante novembro do ano passado. Houve alta de 5,9% na comparação com dezembro de 2009.
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