Dilma critica política de expansão monetária de países desenvolvidos
Presidente reuniu-se com o líder norte-americano na Casa Branca
Dilma e Obama também destacaram parcerias comerciais Foto: Roberto Stuckert Filho / Presidência da República/Divulgação
Ao se encontrar nesta segunda-feira com o presidente dos Estados Unidos Barack Obama, a presidenta Dilma Rousseff criticou a política de expansão monetária adotada pelos países desenvolvidos com o objetivo de sair da crise que abalou a economia internacional.
Dilma disse que essas políticas provocam desvalorização das moedas, entre essas o dólar, e acabam dificultando o desenvolvimento econômico dos países emergentes. A dirigente já usou o termo "tsunami monetário" como metáfora para a situação que o Brasil enfrenta.
— Manifestamos ao presidente Obama a preocupação do Brasil com a expansão monetária, sem que os países com superávits equilibrem essa expansão monetária com políticas fiscais baseadas na expansão dos investimentos. Essas políticas monetárias solitárias, no que se refere a políticas fiscais, levam à desvalorização das moedas dos países desenvolvidos, levando ao comprometimento dos países emergentes — disse a presidenta, em declaração conjunta com o presidente Obama.
A presidenta ainda ressaltou que, em médio prazo, o crescimento da economia norte-americana terá mais efeitos positivos para economia mundial que o peso das economias dos países que fazem parte do Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.
— Os países do Brics respondem hoje por uma parte muito expressiva do crescimento econômico, mas é importante perceber que a retomada do crescimento, num horizonte de médio prazo, passa também pela retomada expressiva da economia norte-americana — disse Dilma.
A presidenta brasileira também destacou que o estreitamento das relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos, principalmente na área de geração de energia, além das parcerias na área de desenvolvimento tecnológico, são pontos estratégicos para o Brasil. Essa parceria, na opinião da presidenta, deverá alcançar a exploração de gás e petróleo.
Dilma disse que essas políticas provocam desvalorização das moedas, entre essas o dólar, e acabam dificultando o desenvolvimento econômico dos países emergentes. A dirigente já usou o termo "tsunami monetário" como metáfora para a situação que o Brasil enfrenta.
— Manifestamos ao presidente Obama a preocupação do Brasil com a expansão monetária, sem que os países com superávits equilibrem essa expansão monetária com políticas fiscais baseadas na expansão dos investimentos. Essas políticas monetárias solitárias, no que se refere a políticas fiscais, levam à desvalorização das moedas dos países desenvolvidos, levando ao comprometimento dos países emergentes — disse a presidenta, em declaração conjunta com o presidente Obama.
A presidenta ainda ressaltou que, em médio prazo, o crescimento da economia norte-americana terá mais efeitos positivos para economia mundial que o peso das economias dos países que fazem parte do Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.
— Os países do Brics respondem hoje por uma parte muito expressiva do crescimento econômico, mas é importante perceber que a retomada do crescimento, num horizonte de médio prazo, passa também pela retomada expressiva da economia norte-americana — disse Dilma.
A presidenta brasileira também destacou que o estreitamento das relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos, principalmente na área de geração de energia, além das parcerias na área de desenvolvimento tecnológico, são pontos estratégicos para o Brasil. Essa parceria, na opinião da presidenta, deverá alcançar a exploração de gás e petróleo.
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