Estiagem ainda atinge duas regiões no Rio Grande do Sul
Norte e Oeste sofrem com a falta de chuva ou com o volume irregular das precipitações
Em Benjamin Constant do Sul, água é comprada de outros municípios e levada até poços da cidade
Desabastecimento, racionamento em pelo menos quatro municípios e geração de energia paralisada por usinas hidrelétricas são situações que se repetem em regiões do Estado que ainda sofrem com a seca.
Se nas áreas próximas ao Atlântico o fim do fenômeno La Niña normalizou os índices de chuva, no Norte e no Oeste a precipitação é pouca e irregular.
A distância do mar seria a causa para a seca persistir nas duas regiões. Conforme a meteorologista Estael Sias, o enfraquecimento do La Niña e o aquecimento do Oceano Atlântico, próximo à costa, fizeram com que a chuva retornasse em boa parte das regiões.
Com o mar quente desde o litoral da Argentina até Santa Catarina, havia mais evaporação. Assim, quando uma instabilidade passava pelo mar mais quente, ela se intensificava, provocando chuva forte.
— Como o Norte e o Oeste ficam mais distantes do oceano, não tiveram o benefício – explica Estael.
Dados da Emater Regional de Erechim mostram que, além da pouca chuva, a distribuição irregular agravou o problema da seca. A previsão era que, em março, haveria redução de 50% nas precipitações em todo o Estado mas, no Norte, a diminuição chegou a 65%.
— A chuva também foi esparsa e localizada. Por isso sofremos mais — avalia o assistente técnico Paulo Silva.
Se nas áreas próximas ao Atlântico o fim do fenômeno La Niña normalizou os índices de chuva, no Norte e no Oeste a precipitação é pouca e irregular.
A distância do mar seria a causa para a seca persistir nas duas regiões. Conforme a meteorologista Estael Sias, o enfraquecimento do La Niña e o aquecimento do Oceano Atlântico, próximo à costa, fizeram com que a chuva retornasse em boa parte das regiões.
Com o mar quente desde o litoral da Argentina até Santa Catarina, havia mais evaporação. Assim, quando uma instabilidade passava pelo mar mais quente, ela se intensificava, provocando chuva forte.
— Como o Norte e o Oeste ficam mais distantes do oceano, não tiveram o benefício – explica Estael.
Dados da Emater Regional de Erechim mostram que, além da pouca chuva, a distribuição irregular agravou o problema da seca. A previsão era que, em março, haveria redução de 50% nas precipitações em todo o Estado mas, no Norte, a diminuição chegou a 65%.
— A chuva também foi esparsa e localizada. Por isso sofremos mais — avalia o assistente técnico Paulo Silva.
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