Páscoa repete falta de táxis na Capital
Passageiros levaram em média 40 minutos para embarcar na rodoviária
Filas tomaram a calçada da Estação Rodoviária à espera de veículos
Uma longa e exaustiva fila para pegar um táxi foi as boas-vindas dadas a quem chegou em Porto Alegre na noite de domingo pela rodoviária. Depois de enfrentar a demora da viagem, com os engarrafamentos do trânsito na entrada da cidade, os passageiros ainda amargaram uma espera de aproximadamente 40 minutos para embarcar em um táxi.
Houve casos em que o rumo ainda precisou ser alterado. Com o atraso da viagem de Pelotas a Porto Alegre, a bancária Renata Baddini, 32 anos, e a irmã perderam o voo para Curitiba marcado para as 22h. Era 23h10min e elas lutavam para conseguir um táxi. Quando ficaram no primeiro lugar da fila, o veículo sugerido pelo funcionário da rodoviária não tinha espaço suficiente para a bagagem de apenas duas malas.
— Já passei por estas situações em anos anteriores, sempre tive problema em Porto Alegre quando é feriado — lamenta Renata.
O orientador do ponto de táxi da rodoviária Adriano Dias diz que todo ano é essa loucura, principalmente no feriadão de Páscoa. Dando preferência para mulheres com crianças de colo ou pessoas com alguma limitação na locomoção, os orientadores tentavam tornar eficiente o emaranhado de pessoas e carros. Com a ajuda de táxis de diferentes pontos da cidade, o número de veículos chegaria a 400.
— Como os táxis da rodoviária não conseguem retornar da rua por causa do movimento, usamos os de outros pontos — explica Dias.
Marcando 40 minutos de espera na fila para conseguir um táxi, o estudante universitário Wagner Ferreira de Abreu, 23 anos, e o grupo de amigos, já haviam batido um recorde pessoal de duração da viagem entre Camaquã em Porto Alegre. O trajeto que deveria durar 1h45min foi feito ontem em longas 3h40min. Morador há cinco anos da Capital ele não recorda ter passado por situação igual em outros feriados.
— A viagem também demorou, nunca vi isso — disse.
Houve casos em que o rumo ainda precisou ser alterado. Com o atraso da viagem de Pelotas a Porto Alegre, a bancária Renata Baddini, 32 anos, e a irmã perderam o voo para Curitiba marcado para as 22h. Era 23h10min e elas lutavam para conseguir um táxi. Quando ficaram no primeiro lugar da fila, o veículo sugerido pelo funcionário da rodoviária não tinha espaço suficiente para a bagagem de apenas duas malas.
— Já passei por estas situações em anos anteriores, sempre tive problema em Porto Alegre quando é feriado — lamenta Renata.
O orientador do ponto de táxi da rodoviária Adriano Dias diz que todo ano é essa loucura, principalmente no feriadão de Páscoa. Dando preferência para mulheres com crianças de colo ou pessoas com alguma limitação na locomoção, os orientadores tentavam tornar eficiente o emaranhado de pessoas e carros. Com a ajuda de táxis de diferentes pontos da cidade, o número de veículos chegaria a 400.
— Como os táxis da rodoviária não conseguem retornar da rua por causa do movimento, usamos os de outros pontos — explica Dias.
Marcando 40 minutos de espera na fila para conseguir um táxi, o estudante universitário Wagner Ferreira de Abreu, 23 anos, e o grupo de amigos, já haviam batido um recorde pessoal de duração da viagem entre Camaquã em Porto Alegre. O trajeto que deveria durar 1h45min foi feito ontem em longas 3h40min. Morador há cinco anos da Capital ele não recorda ter passado por situação igual em outros feriados.
— A viagem também demorou, nunca vi isso — disse.
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