Capital ganha bancas de chaveiros novas e padronizadas
Cerca de cem unidades antigas serão substituídas por outras que podem ter até ar-condicionado
Oswaldo Martins, que teve a banca destruída em um acidente, já recebeu a nova estrutura
Uma nova etapa do trabalho dos chaveiros começou a se concretizar nesta semana com a chegada das bancas padronizadas às calçadas da Capital. Para quem começou atendendo sem local fixo ou em Kombis, a estrutura cinza de metal é luxo.
Esta é a opinião dos chaveiros Sérgio Ramos Cândido, 59 anos, e Oswaldo Fernandes Martins, 71 anos. Eles têm pontos em locais diferentes, mas um aspecto em comum: estão entre os primeiros a receber a nova banca, com 2m por 1,32m. Na avaliação de ambos, o ambiente de trabalho ganhou mais qualidade e conforto.
— Superou minha expectativa. O espaço é muito bom, tem um balcão interno que já vem pronto. Tem também um balcão extra para os clientes — comenta Cândido, que está na profissão há 42 anos, sempre no Centro Histórico, e faz em média cem cópias de chave por dia.
Para Martins, a nova estrutura não significa só mais espaço e organização: é também a volta ao trabalho interrompido por um acidente de trânsito no mês passado.
Acidente destruiu antiga banca no bairro Bom Fim
O choque de dois veículos resultou na destruição do ponto de 28 anos entre as ruas Felipe Camarão e Vasco da Gama, no bairro Bom Fim. Por cerca de 30 dias, ele atendeu só por telefone e com o pouco material que lhe restou. De volta à ativa, Martins, que sempre trabalhou sozinho — por considerar que a função exige muita responsabilidade — não pretende parar tão cedo:
— Enquanto tiver saúde, continuo.
O novo modelo, anunciado em abril, chegará gradativamente aos chaveiros. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic), devem ser substituídas sete estruturas por mês, em um total de quase cem bancas.
Atualmente, existem 94 alvarás ativos na atividade de chaveiro. Aprovada pela Comissão de Análise e Implantação do Mobiliário Urbano (Caimu) a estrutura nova, de ferro e cor cinza, tem mais claridade que a anterior e comporta até ar-condicionado. Elas são pagas por empresas que poderão utilizar o espaço externo comercialmente.
Esta é a opinião dos chaveiros Sérgio Ramos Cândido, 59 anos, e Oswaldo Fernandes Martins, 71 anos. Eles têm pontos em locais diferentes, mas um aspecto em comum: estão entre os primeiros a receber a nova banca, com 2m por 1,32m. Na avaliação de ambos, o ambiente de trabalho ganhou mais qualidade e conforto.
— Superou minha expectativa. O espaço é muito bom, tem um balcão interno que já vem pronto. Tem também um balcão extra para os clientes — comenta Cândido, que está na profissão há 42 anos, sempre no Centro Histórico, e faz em média cem cópias de chave por dia.
Para Martins, a nova estrutura não significa só mais espaço e organização: é também a volta ao trabalho interrompido por um acidente de trânsito no mês passado.
Acidente destruiu antiga banca no bairro Bom Fim
O choque de dois veículos resultou na destruição do ponto de 28 anos entre as ruas Felipe Camarão e Vasco da Gama, no bairro Bom Fim. Por cerca de 30 dias, ele atendeu só por telefone e com o pouco material que lhe restou. De volta à ativa, Martins, que sempre trabalhou sozinho — por considerar que a função exige muita responsabilidade — não pretende parar tão cedo:
— Enquanto tiver saúde, continuo.
O novo modelo, anunciado em abril, chegará gradativamente aos chaveiros. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic), devem ser substituídas sete estruturas por mês, em um total de quase cem bancas.
Atualmente, existem 94 alvarás ativos na atividade de chaveiro. Aprovada pela Comissão de Análise e Implantação do Mobiliário Urbano (Caimu) a estrutura nova, de ferro e cor cinza, tem mais claridade que a anterior e comporta até ar-condicionado. Elas são pagas por empresas que poderão utilizar o espaço externo comercialmente.
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