Causa da morte dos pinguins-de-magalhães começa a ser investigada
Cerca de 500 animais foram encontrados na costa, entre Tramandaí e Dunas Altas
Animais estavam espalhados na beira-mar do Litoral Norte
A causa da morte de aproximadamente 500 pinguins-de-magalhães encontrados na costa do Litoral Norte começa a ser investigada, mas ainda não há uma hipótese considerada como mais provável. O laudo final levará cerca de 30 dias.
Uma operação do Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos (Ceclimar), que terá apoio do Comando Ambiental da Brigada Militar da região, ficou encarregada de recolher 30 amostras dos animais e encaminhá-las para análise na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Os animais chegaram ontem a Porto Alegre, para necropsia. Os resultados sairão em 20 dias. A partir daí, segundo o veterinário Derek Blaese de Amorim, que comandará a operação, será feito um laudo final.
— A gente precisa do laudo para saber o tipo de lesões que eles apresentam e, a partir daí, trabalhar as hipóteses — explica.
A apuração levará em conta possíveis fenômenos meteorológicos que possam ter acontecido no período da mortandade — os animais foram encontrados na quarta e na quinta-feira.
De acordo com Derek, durante a quinta-feira foi realizado um rastreamento em 40 quilômetros de costa, entre Tramandaí e Dunas Altas. No trecho, foram encontrados 512 animais. Número que chamou a atenção por ser incomum nessa quantidade de espaço.
Nesse período do ano, ocorre a migração dos pinguins. Eles deixam a Patagônia, na Argentina e no Chile, para encontrar comida.
— As pessoas ficaram apreensivas achando que pudesse ter a ver com o vazamento de óleo que ocorreu no verão. Mas não havia nenhum sinal de petróleo nos bichos — afirma.
Após o recolhimento das amostras, o restante dos corpos dos pinguins devem ser recolhidos pelas prefeituras dos municípios.
QUEM SÃO
— Nome: Pinguim-de-magalhães (Spheniscus magellanicus)
— Peso: de 4 a 5 kg
— Altura: 45 cm
— Idade média: 18 anos
— Habitat natural: zonas costeiras do Chile e da Argentina
A MIGRAÇÃO
— Os pinguins-de-magalhães são originários da Patagônia
— Entre setembro e março, eles permanecem ao sul, para o ciclo de reprodução
— Entre março e setembro, migram para águas mais ao norte, em busca de alimento
— Alguns deles, mais jovens, podem chegar até a região do Estado do Rio de Janeiro
POR QUE ELES MORREM
Segundo especialistas, a maior parte dos animais encontrados no Estado morre por causas naturais, mas redes e óleos também são inimigos. Veja as principais razões:
— Hipotermia
— Exaustão
— Fome
— Desidratação
— Pneumonia
— Velhice
Uma operação do Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos (Ceclimar), que terá apoio do Comando Ambiental da Brigada Militar da região, ficou encarregada de recolher 30 amostras dos animais e encaminhá-las para análise na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Os animais chegaram ontem a Porto Alegre, para necropsia. Os resultados sairão em 20 dias. A partir daí, segundo o veterinário Derek Blaese de Amorim, que comandará a operação, será feito um laudo final.
— A gente precisa do laudo para saber o tipo de lesões que eles apresentam e, a partir daí, trabalhar as hipóteses — explica.
A apuração levará em conta possíveis fenômenos meteorológicos que possam ter acontecido no período da mortandade — os animais foram encontrados na quarta e na quinta-feira.
De acordo com Derek, durante a quinta-feira foi realizado um rastreamento em 40 quilômetros de costa, entre Tramandaí e Dunas Altas. No trecho, foram encontrados 512 animais. Número que chamou a atenção por ser incomum nessa quantidade de espaço.
Nesse período do ano, ocorre a migração dos pinguins. Eles deixam a Patagônia, na Argentina e no Chile, para encontrar comida.
— As pessoas ficaram apreensivas achando que pudesse ter a ver com o vazamento de óleo que ocorreu no verão. Mas não havia nenhum sinal de petróleo nos bichos — afirma.
Após o recolhimento das amostras, o restante dos corpos dos pinguins devem ser recolhidos pelas prefeituras dos municípios.
QUEM SÃO
— Nome: Pinguim-de-magalhães (Spheniscus magellanicus)
— Peso: de 4 a 5 kg
— Altura: 45 cm
— Idade média: 18 anos
— Habitat natural: zonas costeiras do Chile e da Argentina
A MIGRAÇÃO
— Os pinguins-de-magalhães são originários da Patagônia
— Entre setembro e março, eles permanecem ao sul, para o ciclo de reprodução
— Entre março e setembro, migram para águas mais ao norte, em busca de alimento
— Alguns deles, mais jovens, podem chegar até a região do Estado do Rio de Janeiro
POR QUE ELES MORREM
Segundo especialistas, a maior parte dos animais encontrados no Estado morre por causas naturais, mas redes e óleos também são inimigos. Veja as principais razões:
— Hipotermia
— Exaustão
— Fome
— Desidratação
— Pneumonia
— Velhice
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