ACIDENTE
Trabalhador leva choque e cai de escada
Diego Pinto, 24 anos, estava subindo em um poste para fazer conserto em rede de TV
Conforme os bombeiros, Diego Ferreira Pinto, 24 anos, estaria subindo em um poste com o auxílio de uma escada para fazer um conserto na rede da NET quando entrou em contato com a rede de alta tensão.
Ele foi encaminhado para o PA do Patronato inconsciente. Em seguida, foi transferido para a UTI do Hospital de Caridade. De acordo com sua mulher, Elisiane de Oliveira Fernandes, 26 anos, Diego teve uma parada cardiorrespiratória:
– A situação só não foi pior porque ele recebeu os primeiros socorros ainda no local e na hora certa.
O encarregado da equipe da AGS, Jocelito da Siqueira Fonseca, 32 anos, disse que Diego usava o equipamento de segurança. A queda ocorreu porque ele estava subindo a escada e ainda não tinha chegado ao final para prender o cinto de segurança.
– A escada escorregou de leve e, para não cair, ele se segurou nos fios – explica Fonseca.
Até o fechamento desta edição, Diego estava em estado grave.
ENTIDADE
Instituto Crack Nem Pensar tem presidente
ROSÁRIO DO SUL
Rezando por um pouco de chuva
Emater estima quebra de 20% na soja
– Houve chuvas em outubro que permitiram o plantio da soja, mas agora, na fase reprodutiva da planta, falta água e há quebra das vagens, o que ocasiona essas perdas. Cerca de 25 mil hectares plantados estão assim – conta o chefe do escritório da Emater, Moacir Bonotto.
A seca prejudica também outras culturas – como o milho, a melancia e o arroz –, seca açudes e prejudica a engorda do gado.
Tanto aperto levou a uma reunião entre representantes da Secretaria de Agricultura, Defesa Civil e Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural, na última quarta-feira. Na pauta, os efeitos da estiagem e a possibilidade de decretar situação de emergência.
No próximo dia 26, técnicos da prefeitura e da Emater devem apresentar relatórios com seus pareceres sobre o caso. Deles, deve constar a situação do Caverá, 4º distrito de Rosário. Lá, o pasto que alimenta o gado se extingue sob o sol, que também seca os açudes.
Na localidade de Rincão dos Chirca, Sirlei Lima Dutra, 43 anos, sobe e desce 500 metros de cerro com as duas filhas menores – Ana Maria, 10, e Marta, 6 – para buscar água de beber, já que os poços secaram.
Os pecuaristas levam bois e vacas para outras pastagens para que se alimentem, mas o prejuízo é inevitável. A perda de peso dos animais é tanta que provocou desinteresse nos frigoríficos. Dono de um frigorífico, Rodrigo Teixeira, 29 anos, conta que, mês passado, comprou gado em cidades como Bagé e Santa Rosa.
– Tivemos de ir mais longe para comprar gado, e isso deixa o produto final pelo menos 4% mais caro – diz.
Veterinário da fazenda do pai, Fábio Quoos, 25 anos, é um dos poucos da região que conseguiram manter o rebanho gordo, apesar da seca. Ele atribui o sucesso a um cronograma de atividades sanitárias, planejamento nutricional e ao uso racional do campo. Mas a possibilidade de prolongamento da estiagem o preocupa: não deve haver pasto por muito tempo.
– Tivemos um inverno ruim, um verão horrível e há a probabilidade de ter um inverno seco. Não vai ter como segurar o campo – diz.
Em Santa Maria – Cinco famílias do distrito de Santa Flora recebem, desde quarta-feira, abastecimento de água em caminhões-pipa. A localidade de Quebra-Dente, em Boca do Monte, é servida dessa forma desde novembro.
Chefe dos Bombeiros diz que não há previsão para o término dos resgates
O coronel Valdinei da Silva, que comanda as operações de salvamento, afirmou nesta manhã à Rádio Gaúcha que não há previsão para o término dos resgates na região serrana do Rio de Janeiro, em razão da “amplitude” dos acontecimentos. Segundo o coronel, ainda há pessoas soterradas em grande quantidade de terra e a prioridade é resgatar feridos para depois tentar buscar os corpos sob os escombros.
— A gente está fazendo o resgate de pessoas feridas, crianças, idosos e vítimas fatais. A gente sabe que vai ficar por vários dias ainda — disse.
Pelo menos seis áreas permanecem isoladas no município de Teresópolis, onde os socorristas não conseguem chegar para iniciar os resgates.
— A gente está fazendo o resgate de pessoas feridas, crianças, idosos e vítimas fatais. A gente sabe que vai ficar por vários dias ainda — disse.
Pelo menos seis áreas permanecem isoladas no município de Teresópolis, onde os socorristas não conseguem chegar para iniciar os resgates.
Catástrofe na Região Serrana do Rio é a segunda pior da história do país
Tragédia também pode entrar para a lista dos 10 deslizamentos mais mortais no planeta em 111 anos
O drama que assola a região serrana do Rio já é o maior deslizamento de terra e o segundo maior desastre natural da história do Brasil.
A tragédia também pode entrar para a lista dos 10 deslizamentos mais mortais no planeta em 111 anos.
Pelos registros mantidos pela Organização das Nações Unidas (ONU), o deslizamento é ainda o segundo maior no mundo em um ano e o quarto maior da década em todo o planeta. Os dados fazem parte do banco de estatísticas do Centro para a Pesquisa da Epidemiologia de Desastres, com sede na Bélgica, que serve de base para os números oficiais usados pela ONU para avaliar respostas a desastres naturais pelo mundo. Para os especialistas do centro, tido como um dos mais importantes do mundo, a falta de decisão política e investimentos são as principais causas das mortes nos deslizamentos que vêm sendo registrados no Brasil.
A entidade coleta dados desde 1900 e concluiu que uma enchente no Rio, em janeiro de 1967, causou o maior número de mortes já registrado por chuvas no Brasil: 785 pessoas (o cálculo da Defesa Civil do Rio de Janeiro aponta 500 mortes). Naquele mesmo ano, em março, um deslizamento em Caraguatatuba (SP) matou 436 pessoas. O terceiro maior caso, pelo menos até então, havia sido uma enchente no Rio em janeiro de 1966, com 373 mortos.
A tragédia também pode entrar para a lista dos 10 deslizamentos mais mortais no planeta em 111 anos.
Pelos registros mantidos pela Organização das Nações Unidas (ONU), o deslizamento é ainda o segundo maior no mundo em um ano e o quarto maior da década em todo o planeta. Os dados fazem parte do banco de estatísticas do Centro para a Pesquisa da Epidemiologia de Desastres, com sede na Bélgica, que serve de base para os números oficiais usados pela ONU para avaliar respostas a desastres naturais pelo mundo. Para os especialistas do centro, tido como um dos mais importantes do mundo, a falta de decisão política e investimentos são as principais causas das mortes nos deslizamentos que vêm sendo registrados no Brasil.
A entidade coleta dados desde 1900 e concluiu que uma enchente no Rio, em janeiro de 1967, causou o maior número de mortes já registrado por chuvas no Brasil: 785 pessoas (o cálculo da Defesa Civil do Rio de Janeiro aponta 500 mortes). Naquele mesmo ano, em março, um deslizamento em Caraguatatuba (SP) matou 436 pessoas. O terceiro maior caso, pelo menos até então, havia sido uma enchente no Rio em janeiro de 1966, com 373 mortos.
Perdas causadas pelo La Niña já somam R$ 140 milhões na Metade Sul
Drama da estiagem fez o Piratini acionar duas frentes, uma no Interior, outra na Capital
O drama da estiagem fez o Piratini acionar duas frentes — uma no Interior, outra na Capital. No mesmo dia em que o governador Tarso Genro assinou a autorização para construção de 159 açudes na Metade Sul, o secretário da Agricultura, Luiz Fernando Mainardi, reuniu-se com oito prefeitos da região em Pinheiro Machado.
Voltou à Capital com as atuais cifras do prejuízo: R$ 140 milhões. No encontro, o segundo entre municípios, Piratini e Defesa Civil, foram debatidas medidas para combater os efeitos da falta de chuva: lavouras perdidas, gado perdendo peso, produção de leite em queda. Projeto do governo Yeda orçado em R$ 1,3 milhão, a construção de açudes precisa deixar o papel logo.
— Essas obras, na maioria, estarão prontas em duas semanas, e, todas, no prazo de dois meses — prometeu o secretário de Obras e Irrigação, Luiz Carlos Busatto.
Na lista dos 14 beneficiados, Herval, Hulha Negra e Pedras Altas, com decreto de emergência reconhecido pela Defesa Civil.
Voltou à Capital com as atuais cifras do prejuízo: R$ 140 milhões. No encontro, o segundo entre municípios, Piratini e Defesa Civil, foram debatidas medidas para combater os efeitos da falta de chuva: lavouras perdidas, gado perdendo peso, produção de leite em queda. Projeto do governo Yeda orçado em R$ 1,3 milhão, a construção de açudes precisa deixar o papel logo.
— Essas obras, na maioria, estarão prontas em duas semanas, e, todas, no prazo de dois meses — prometeu o secretário de Obras e Irrigação, Luiz Carlos Busatto.
Na lista dos 14 beneficiados, Herval, Hulha Negra e Pedras Altas, com decreto de emergência reconhecido pela Defesa Civil.
Prestes, capataz de uma fazenda em Rio Grande, próximo ao Distrito do Taim, observa animais que sofrem com os efeitos do clima.
Astrônomos criam 13º signo e mudam horóscopo
Alinhamento das estrelas teria provocado alterações
Astrônomos do Planetário de Minnesota, nos EUA, afirmam que, por causa da atração gravitacional que a Lua exerce sobre a Terra, o alinhamento das estrelas foi empurrado por cerca de um mês e, com isso, houve mudança nos signos do horóscopo.
A questão opõe astrólogos, que se baseiam na posição dos astros para fazer o horóscopo, e os astrônomos, preocupados com a posição atual de estrelas e planetas.
— Quando [os astrólogos] dizem que o sol está em Peixes, não está realmente em Peixes — disse Parke Kunkle, um dos integrantes do Minnesota Planetarium Society à revista "Time".
O signo astrológico é determinado pela posição do sol no dia em que a pessoa nasceu, o que significa que, de acordo com os astrônomos, tudo o que se sabia sobre horóscopo está errado.
Ainda de acordo com os o grupo de astrônomos, um 13º signo deveria fazer parte da astrologia, que teria imprecisões desde o seu início. A explicação é que, na Antiga Babilônia, apenas 12 das 13 constelações foram levadas em conta, ignorando Serpentário, que tem como símbolo a cobra.
De acordo com os astrônomos de Minnesota, esta é o período correto que identificaria cada signo:
Capricórnio: de 20 de janeiro a 16 de fevereiro
Aquário: de 16 de fevereiro a 11 de março
Peixes: de 11 de março a 18 de abril
Áries: de 18 de abril a 13 de maio
Touro: de 13 de maio a 21 de junho
Gêmeos: de 21 de junho a 20 de julho
Câncer: de 20 de julho a 10 de agosto
Leão: de 10 de agosto a 16 de setembro
Virgem: de 16 de setembro a 30 de outubro
Libra: de 30 de outubro a 23 de novembro
Escorpião: de 23 a 29 de novembro
Serpentário: de 29 de novembro a 17 de dezembro
Sagitário: de 17 de dezembro a 20 de janeiro
A questão opõe astrólogos, que se baseiam na posição dos astros para fazer o horóscopo, e os astrônomos, preocupados com a posição atual de estrelas e planetas.
— Quando [os astrólogos] dizem que o sol está em Peixes, não está realmente em Peixes — disse Parke Kunkle, um dos integrantes do Minnesota Planetarium Society à revista "Time".
O signo astrológico é determinado pela posição do sol no dia em que a pessoa nasceu, o que significa que, de acordo com os astrônomos, tudo o que se sabia sobre horóscopo está errado.
Ainda de acordo com os o grupo de astrônomos, um 13º signo deveria fazer parte da astrologia, que teria imprecisões desde o seu início. A explicação é que, na Antiga Babilônia, apenas 12 das 13 constelações foram levadas em conta, ignorando Serpentário, que tem como símbolo a cobra.
De acordo com os astrônomos de Minnesota, esta é o período correto que identificaria cada signo:
Capricórnio: de 20 de janeiro a 16 de fevereiro
Aquário: de 16 de fevereiro a 11 de março
Peixes: de 11 de março a 18 de abril
Áries: de 18 de abril a 13 de maio
Touro: de 13 de maio a 21 de junho
Gêmeos: de 21 de junho a 20 de julho
Câncer: de 20 de julho a 10 de agosto
Leão: de 10 de agosto a 16 de setembro
Virgem: de 16 de setembro a 30 de outubro
Libra: de 30 de outubro a 23 de novembro
Escorpião: de 23 a 29 de novembro
Serpentário: de 29 de novembro a 17 de dezembro
Sagitário: de 17 de dezembro a 20 de janeiro
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