Defesa Civil confirma mais de 500 mortos em deslizamentos no Rio
Segunda unidade foi instalada no centro de Nova Friburgo
O balanço parcial divulgado às 10h30min desta manhã pela Defesa Civil do Rio de Janeiro aponta que a enxurrada que atingiu a Região Serrana fluminense já causou 509 mortes.
Teresópolis e Nova Friburgo tiveram 226 vítimas cada. Em Petrópolis, foram registradas 41 mortes e na cidade de Sumidouro, mais 16.
Segundo o boletim, 7.780 pessoas estão desalojadas e 6.050, desabrigadas
Leia a nota divulgada pela Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil:
"A secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil informa balanço parcial do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil estadual em relação às vítimas fatais, desabrigados e desalojados na Região Serrana, em função das chuvas. A Secretaria esclarece que militares da corporação permanecem em campo, ajudando os municípios mais afetados a socorrem as vítimas.
Vítimas fatais:
Teresópolis: total de 226 vítimas
Sumidouro: total de 16 vítimas
Petrópolis: total de 41 vítimas
Nova Friburgo: 226 vítimas
TOTAL DE 509 MORTOS
Desalojados e Desabrigados
Petrópolis: desalojados 3.600, desabrigados 2.800
Teresópolis: desalojados 960, desabrigados 1.280
Nova Friburgo: desalojados 3.220, desabrigados 1.970"
Até a manhã de sexta-feira ainda haviam pessoas soterradas em grande quantidade de terra.
Chaminé da Usina do Gasômetro é pichada
Pinturas se estendem até o topo do local
Vândalos picharam a chaminé da Usina do Gasômetro em Porto Alegre nesta madrugada. Segundo informações da Brigada Militar, as pinturas se estendem até o topo do local. Ninguém foi preso.
Chaminé amanheceu com pichações
Estado "está no vermelho perigosamente", diz secretário da Fazenda
Ex-secretário do Planejamento José Alfredo Parode não contestou a existência de déficit
Em entrevista na manhã desta sexta-feira ao Gaúcha Atualidade, o secretário da Fazenda, Odir Tonollier, voltou a afirmar que a situação financeira do RS está longe de ser resolvida, e que o Estado usa um "cheque especial" em R$ 4,6 bilhões.
Ouça a entrevista completa
— Está no vermelho perigosamente, e avançando — afirmou Tonollier.
Em coletiva na tarde desta quinta-feira, o secretário declarou que a governadora Yeda Crusius deixou R$ 1 bilhão em dívidas a pagar e mais R$ 150 milhões de déficit que terão de ser honrados pela atual gestão.
Segundo Tonollier, para que a casa volte a ser colocada em ordem será preciso um prazo, já que se trata de um recurso extra e que estava fora dos planos do novo governo. Também entrevistado na manhã de hoje, o ex-secretário do Planejamento José Alfredo Parode não contestou a existência de déficit deixado pela gestão anterior, mas discordou de Tonollier.
Dilma pede revisão do decreto que concede passaportes diplomáticos
Presidente quer evitar futuros desgastes com as brechas que permitiram que todos os filhos do ex-presidente Lula e três de seus netos renovassem o documento
A presidente Dilma Rousseff determinou ao Itamaraty a revisão do decreto que trata da concessão de passaportes diplomáticos.
Apesar de o Ministério das Relações Exteriores já ter tomado a iniciativa de rever a legislação, o pedido de Dilma dá força a uma versão mais restritiva da norma.
A presidente quer evitar futuros desgastes com as brechas que existem hoje e permitiram, por exemplo, que todos os filhos do ex-presidente Lula e três de seus netos renovassem o documento dois dias antes de ele deixar o cargo.
Nesta sexta-feira, o Itamaraty confirmou que outros dois filhos de Lula (Fábio Luiz, o Lulinha, 35 anos, e o publicitário Sandro Luiz, 31 anos) também tiveram seus passaportes diplomáticos renovados. Marcos Cláudio, 39 anos, e Luiz Cláudio, 26, além de três netos menores de idade também possuem o documento. O Itamaraty não conseguiu confirmar apenas se Lurian, a filha mais velha de Lula, também tinha o passaporte.
Incentivada pelo PT há mais de um ano e recusada pelo governo Yeda Crusius, a parceria entre a TVE e a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), criada no governo Lula, ganha impulso na gestão Tarso Genro. Com a posse nesta quinta-feira do novo presidente da Fundação Piratini, Pedro Luiz Osório, o governo deverá assinar na próxima semana um contrato emergencial com a estatal federal. É uma forma de socorrer a TVE de uma crise crônica agravada no fim do ano passado: quase 60% dos programas produzidos saíram do ar em dezembro.
Ainda assim, a nova política para a TVE não romperá o vínculo com a TV Cultura, emissora pública ligada ao governo de São Paulo, que está nas mãos do PSDB desde os anos 90. A Cultura cobra R$ 20 mil mensais pelo conteúdo que oferece. No mandato de Yeda, a parceria com a TV Cultura foi usada como argumento para rejeitar o acordo com a estatal controladora da TV Brasil: os tucanos gaúchos sempre consideraram a EBC um instrumento petista.
— Houve um estrago geral na programação e não temos o que fazer – diz o presidente que nesta quinta-feira deixa a Fundação Piratini, Ricardo Azeredo.
Apesar de o Ministério das Relações Exteriores já ter tomado a iniciativa de rever a legislação, o pedido de Dilma dá força a uma versão mais restritiva da norma.
A presidente quer evitar futuros desgastes com as brechas que existem hoje e permitiram, por exemplo, que todos os filhos do ex-presidente Lula e três de seus netos renovassem o documento dois dias antes de ele deixar o cargo.
Nesta sexta-feira, o Itamaraty confirmou que outros dois filhos de Lula (Fábio Luiz, o Lulinha, 35 anos, e o publicitário Sandro Luiz, 31 anos) também tiveram seus passaportes diplomáticos renovados. Marcos Cláudio, 39 anos, e Luiz Cláudio, 26, além de três netos menores de idade também possuem o documento. O Itamaraty não conseguiu confirmar apenas se Lurian, a filha mais velha de Lula, também tinha o passaporte.
Doação de entidade a cinco deputados gaúchos é questionada
Manuela D'Ávila, Onyx Lorenzoni, Renato Molling, Osmar Terra e Darcísio Perondi receberam recursos de uma instituição que estaria impedida de fazer doações
O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a desaprovação das contas da campanha eleitoral de 2010 dos deputados federais Manuela D'Ávila (PC do B), Onyx Lorenzoni (DEM), Renato Molling (PP), Osmar Terra (PMDB) e Darcísio Perondi (PMDB), eleitos pelo Rio Grande do Sul.
Todos os cinco receberam recursos da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), instituição que a Procuradoria Regional da República considera como entidade de classe, condição na qual estaria impedida de fazer doações a partidos e candidatos a cargos públicos eletivos.
A matéria é controversa. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) aprovou as contas dos cinco parlamentares e, ao analisar as doações da Interfarma, considerou que a associação não se constitui em entidade de classe, como afirma o MPE, e nem depende de recursos públicos para funcionar.
Em outros Estados, o MPE não contestou a aprovação de contas de candidatos que receberam recursos da mesma entidade, que também fez doações para candidatos em São Paulo, Tocantins, Rondônia, Minas Gerais, Pernambuco e Bahia.
Em seu voto no julgamento das contas de Manuela D'Ávila, o relator Marco Aurélio dos Santos Caminha sustenta que a Interfarma "seja por não ser subsidiada pelo Poder Público ou por contribuição compulsória de seus associados; seja por não representar, obrigatoriamente, os interesses profissionais, sociais ou econômicos de seus congregados; seja por integrar pessoas jurídicas de diversos segmentos, a descaracterizar a unicidade, não pode ser considerada entidade de classe" e considera "lícita, portanto, a doação realizada para a candidata em questão".
O voto foi seguido pela maioria, ficando vencida a desembargadora federal Marga Inge Barth Tessler, contrária à aprovação.
O MPE entende que a Interfarma é entidade representativa dos laboratórios farmacêuticos e defensora dos interesses do setor e acrescenta que seus associados representam 54% do mercado brasileiro de medicamentos e, inconformado com a decisão do TRE-RS, encaminhou recurso ao TSE.
Segundo a assessoria da Procuradoria Regional da República, a rejeição das contas não gera ausência de quitação ou impedimento à posse dos eleitos.
Todos os cinco receberam recursos da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), instituição que a Procuradoria Regional da República considera como entidade de classe, condição na qual estaria impedida de fazer doações a partidos e candidatos a cargos públicos eletivos.
A matéria é controversa. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) aprovou as contas dos cinco parlamentares e, ao analisar as doações da Interfarma, considerou que a associação não se constitui em entidade de classe, como afirma o MPE, e nem depende de recursos públicos para funcionar.
Em outros Estados, o MPE não contestou a aprovação de contas de candidatos que receberam recursos da mesma entidade, que também fez doações para candidatos em São Paulo, Tocantins, Rondônia, Minas Gerais, Pernambuco e Bahia.
Em seu voto no julgamento das contas de Manuela D'Ávila, o relator Marco Aurélio dos Santos Caminha sustenta que a Interfarma "seja por não ser subsidiada pelo Poder Público ou por contribuição compulsória de seus associados; seja por não representar, obrigatoriamente, os interesses profissionais, sociais ou econômicos de seus congregados; seja por integrar pessoas jurídicas de diversos segmentos, a descaracterizar a unicidade, não pode ser considerada entidade de classe" e considera "lícita, portanto, a doação realizada para a candidata em questão".
O voto foi seguido pela maioria, ficando vencida a desembargadora federal Marga Inge Barth Tessler, contrária à aprovação.
O MPE entende que a Interfarma é entidade representativa dos laboratórios farmacêuticos e defensora dos interesses do setor e acrescenta que seus associados representam 54% do mercado brasileiro de medicamentos e, inconformado com a decisão do TRE-RS, encaminhou recurso ao TSE.
Segundo a assessoria da Procuradoria Regional da República, a rejeição das contas não gera ausência de quitação ou impedimento à posse dos eleitos.
Atual secretário da Fazenda encontra déficit de R$ 150 milhões no caixa do Estado
Segundo o titular da Fazenda, o governo já pagou a primeira parcela
Atualizada às 19h05min
Em coletiva de imprensa na tarde desta quinta-feira, o secretário da Fazenda, Odir Tonollier, declarou que a governadora Yeda Crusius deixou R$ 1 bilhão em restos a pagar (dívidas de anos anteriores) e mais R$ 150 milhões de déficit que terão de ser honrados pela atual gestão.
— O combustível da Secretaria de Segurança Pública não era pago desde outubro. Isso soma R$ 7 milhões em dívidas — declarou Odir.
Segundo o titular da Fazenda, o governo já pagou a primeira parcela.
O governo petista prevê déficit já a partir de março, na ordem de R$ 170 milhões. Se nada for feito, poderá chegar a R$ 550 milhões ao final de 2011.
O secretário informou ainda que o caixa único está negativo em R$ 4,6 bilhões, dado já admitido pelo governo anterior.
Entre as medidas anunciadas para conter o déficit está a previsão de arrecadação de mais R$ 400 milhões ao longo deste ano e a atração de novas empresas.
— O combustível da Secretaria de Segurança Pública não era pago desde outubro. Isso soma R$ 7 milhões em dívidas — declarou Odir.
Segundo o titular da Fazenda, o governo já pagou a primeira parcela.
O governo petista prevê déficit já a partir de março, na ordem de R$ 170 milhões. Se nada for feito, poderá chegar a R$ 550 milhões ao final de 2011.
O secretário informou ainda que o caixa único está negativo em R$ 4,6 bilhões, dado já admitido pelo governo anterior.
Entre as medidas anunciadas para conter o déficit está a previsão de arrecadação de mais R$ 400 milhões ao longo deste ano e a atração de novas empresas.
Dilma cria conselho de gestão para cobrar ministérios
Presidente irá impor um forte ajuste nos gastos públicos, especialmente com custeio, que será monitorado de forma rigorosa pelo governo
Na primeira reunião ministerial de seu governo, marcada para amanhã, a presidente Dilma Rousseff comunicará sua decisão de impor um forte ajuste nos gastos públicos, especialmente com custeio, que será monitorado de forma rigorosa pelo governo. Ela reforçará a advertência de que as indicações políticas serão respeitadas, mas que os titulares das pastas terão de se comprometer com resultados que serão cobrados, conforme antecipou reportagem do jornal O Estado de S. Paulo publicada no domingo.
Para as agências reguladoras, nenhuma concessão: as indicações têm de ser necessariamente técnicas e passar pelo seu crivo pessoal. Na cabeça da presidente está um conceito de governança empresarial, nos moldes do setor privado, que produza um mapa da eficiência de cada área do governo - do primeiro aos demais escalões.
O instrumento desse controle será um novo conselho - de Gestão e Competitividade -, ligado diretamente à Presidência da República. Esse formato obrigará cada ministro a fixar metas de redução de custos e de realizações, apresentando-as nas reuniões ministeriais periódicas, confrontando-as com os resultados dos demais colegas e justificando no plenário os critérios empregados. Informará o que cortou, onde cortou e quanto cortou. E o quanto realizou no contexto dos cortes.
Não se conhece ainda, no governo, a composição desse novo conselho, mas há uma certeza: dele fará parte o empresário Jorge Gerdau, do grupo que leva seu nome, interlocutor com prestígio junto à presidente e inspirador de sua criação.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Para as agências reguladoras, nenhuma concessão: as indicações têm de ser necessariamente técnicas e passar pelo seu crivo pessoal. Na cabeça da presidente está um conceito de governança empresarial, nos moldes do setor privado, que produza um mapa da eficiência de cada área do governo - do primeiro aos demais escalões.
O instrumento desse controle será um novo conselho - de Gestão e Competitividade -, ligado diretamente à Presidência da República. Esse formato obrigará cada ministro a fixar metas de redução de custos e de realizações, apresentando-as nas reuniões ministeriais periódicas, confrontando-as com os resultados dos demais colegas e justificando no plenário os critérios empregados. Informará o que cortou, onde cortou e quanto cortou. E o quanto realizou no contexto dos cortes.
Não se conhece ainda, no governo, a composição desse novo conselho, mas há uma certeza: dele fará parte o empresário Jorge Gerdau, do grupo que leva seu nome, interlocutor com prestígio junto à presidente e inspirador de sua criação.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
"Ele enganou todos", diz colega de militância sobre Battisti
Um dos fundadores do grupo Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), Pietro Mutti afirmou em entrevista à revista italiana Panorama que seu ex-companheiro Cesare Battisti "era e continuou sendo mais um pequeno delinquente do que um extremista político".
A inteligência de Battisti
O ex-colega qualificou Battisti como "o mais inteligente de todos".
– Ele enganou todos e agora provavelmente vai curtir sua vida sem nunca ter pago por seus pecados – avaliou.
Questionado sobre uma foto de Battisti sorrindo algemado, tirada no Brasil, Mutti disse ver o mesmo companheiro de três décadas atrás:
– Ele sempre foi um cara inteligente, um cara arrogante. Mas quando eu olho para aquele sorriso, eu acho que ele foi o mais esperto de todos. Quem se ferrou, me desculpe a vulgaridade, foi a justiça italiana.
Assassinato de delegado
Mutti ainda afirmou ter visto com seus olhos Battisti matar o delegado da polícia penitenciária Antonio Santoro:
– Quando o delegado saiu, Battisti disparou por trás dele (três tiros, dois à queima roupa na cabeça, com um revólver Glisenti calibre 10.20). Eu vi que foi ele a disparar.
Mutti e outro companheiro, Claudio Lavazza, esperavam Battisti no carro com o motor ligado, um Simca 1.300. Mutti recordou a morte de Santoro:
– Eu me lembro da adrenalina para o primeiro assassinato, mas não havia nenhuma alegria ou desespero. Para nós, esta foi uma operação militar. Você tinha que agir. Ponto.
Em infográfico, entenda o caso Battisti:

A inteligência de Battisti
O ex-colega qualificou Battisti como "o mais inteligente de todos".
– Ele enganou todos e agora provavelmente vai curtir sua vida sem nunca ter pago por seus pecados – avaliou.
Questionado sobre uma foto de Battisti sorrindo algemado, tirada no Brasil, Mutti disse ver o mesmo companheiro de três décadas atrás:
– Ele sempre foi um cara inteligente, um cara arrogante. Mas quando eu olho para aquele sorriso, eu acho que ele foi o mais esperto de todos. Quem se ferrou, me desculpe a vulgaridade, foi a justiça italiana.
Assassinato de delegado
Mutti ainda afirmou ter visto com seus olhos Battisti matar o delegado da polícia penitenciária Antonio Santoro:
– Quando o delegado saiu, Battisti disparou por trás dele (três tiros, dois à queima roupa na cabeça, com um revólver Glisenti calibre 10.20). Eu vi que foi ele a disparar.
Mutti e outro companheiro, Claudio Lavazza, esperavam Battisti no carro com o motor ligado, um Simca 1.300. Mutti recordou a morte de Santoro:
– Eu me lembro da adrenalina para o primeiro assassinato, mas não havia nenhuma alegria ou desespero. Para nós, esta foi uma operação militar. Você tinha que agir. Ponto.
Crise fará TVE assinar parceria com a TV Brasil
Nova política para a emissora não romperá vínculo com a TV Cultura
Incentivada pelo PT há mais de um ano e recusada pelo governo Yeda Crusius, a parceria entre a TVE e a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), criada no governo Lula, ganha impulso na gestão Tarso Genro. Com a posse nesta quinta-feira do novo presidente da Fundação Piratini, Pedro Luiz Osório, o governo deverá assinar na próxima semana um contrato emergencial com a estatal federal. É uma forma de socorrer a TVE de uma crise crônica agravada no fim do ano passado: quase 60% dos programas produzidos saíram do ar em dezembro.
Ainda assim, a nova política para a TVE não romperá o vínculo com a TV Cultura, emissora pública ligada ao governo de São Paulo, que está nas mãos do PSDB desde os anos 90. A Cultura cobra R$ 20 mil mensais pelo conteúdo que oferece. No mandato de Yeda, a parceria com a TV Cultura foi usada como argumento para rejeitar o acordo com a estatal controladora da TV Brasil: os tucanos gaúchos sempre consideraram a EBC um instrumento petista.
— Houve um estrago geral na programação e não temos o que fazer – diz o presidente que nesta quinta-feira deixa a Fundação Piratini, Ricardo Azeredo.
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