Por suspeita de corrupção, polícia pede autorização para investigar políticos com mandato em São Leopoldo
O pedido foi feito ao Tribunal de Justiça (TJ) e ao Supremo Tribunal Federal (STF)
Indícios de envolvimento de políticos de São Leopoldo, no Vale do Sinos, em esquemas de corrupção levaram a Polícia Civil a pedir na Justiça autorização para que os suspeitos sejam investigados.
O pedido foi feito ao Tribunal de Justiça (TJ) e ao Supremo Tribunal Federal (STF).
As suspeitas estão sendo apuradas desde o ano passado pela Delegacia de Crimes Fazendários do Departamento de Investigações Criminais (Deic) e envolveriam superfaturamento de obras públicas e de compra de materiais, além de licitações armadas para que um determinado grupo de empresas ganhasse as concorrências.
— Nós não temos competência para investigar essas pessoas. O pedido que fizemos, baseado nos indícios que temos e que foram repassados ao Judiciário, é para que se autorize uma investigação e se indique se ela será feita por nós ou pela Polícia Federal — afirma o delegado Joeberth Nunes.
Os inquéritos atuais analisam a participação de cerca de cem empresas nos esquemas, além de administradores públicos não eleitos. Na última terça-feira a Justiça decidiu que as investigações passarão a tramitar em sigilo.
A decisão ocorreu depois que informações como números de telefones grampeados e pedidos de mandados de busca vazaram, chegando ao conhecimentos dos advogados dos investigados.
— No início das investigações foi indeferido o pedido da polícia para que o inquérito fosse mantido em sigilo. Agora pedimos que isso fosse reconsiderado — explica o promotor Sérgio Luiz Rodrigues.
O vazamento das informações levou a Polícia Civil a cancelar uma operação que ocorreria na quarta-feira. Seriam cumpridos mandados de busca e apreensão em órgãos públicos em busca de documentos que fundamentassem pedidos de prisão dos investigados.
— Não adiantaria seguirmos com a operação porque não pegaríamos nada. A partir de agora vamos focar as investigações na análise dos documentos que já temos e nos depoimentos de testemunhas — diz Joeberth Nunes. .
O pedido foi feito ao Tribunal de Justiça (TJ) e ao Supremo Tribunal Federal (STF).
As suspeitas estão sendo apuradas desde o ano passado pela Delegacia de Crimes Fazendários do Departamento de Investigações Criminais (Deic) e envolveriam superfaturamento de obras públicas e de compra de materiais, além de licitações armadas para que um determinado grupo de empresas ganhasse as concorrências.
— Nós não temos competência para investigar essas pessoas. O pedido que fizemos, baseado nos indícios que temos e que foram repassados ao Judiciário, é para que se autorize uma investigação e se indique se ela será feita por nós ou pela Polícia Federal — afirma o delegado Joeberth Nunes.
Os inquéritos atuais analisam a participação de cerca de cem empresas nos esquemas, além de administradores públicos não eleitos. Na última terça-feira a Justiça decidiu que as investigações passarão a tramitar em sigilo.
A decisão ocorreu depois que informações como números de telefones grampeados e pedidos de mandados de busca vazaram, chegando ao conhecimentos dos advogados dos investigados.
— No início das investigações foi indeferido o pedido da polícia para que o inquérito fosse mantido em sigilo. Agora pedimos que isso fosse reconsiderado — explica o promotor Sérgio Luiz Rodrigues.
O vazamento das informações levou a Polícia Civil a cancelar uma operação que ocorreria na quarta-feira. Seriam cumpridos mandados de busca e apreensão em órgãos públicos em busca de documentos que fundamentassem pedidos de prisão dos investigados.
— Não adiantaria seguirmos com a operação porque não pegaríamos nada. A partir de agora vamos focar as investigações na análise dos documentos que já temos e nos depoimentos de testemunhas — diz Joeberth Nunes. .
Nenhum comentário:
Postar um comentário